Atualmente a busca de informações na internet é utilizada por quase todos internautas, sejam usuários leigos ou usuários avançados. As buscas realizadas são bastante simples, sem filtros muito complexos, como por exemplo, uma busca de documentos disponíveis na internet abordando um assunto específico.

A maioria dos buscadores online oferecem formas complexas de buscar arquivos, como é o caso do líder de mercado, o Google. Indexando bilhões de páginas estáticas e dinâmicas e também arquivos em Flash (um dos últimos grandes anúncios, antes do Chrome) com uma qualidade de relevância e um volume de usuários que torna o Google a melhor escolha (até o momento) para realizar buscas na internet.

Atualmente o Google consegue capturar quase 60% do mercado de buscas da internet, o que deixa pouco espaço para concorrentes, porém há algumas semanas atrás ocorreu um fato curioso que fez a grande empresa a tomar algumas atitudes ao menos, duvidosas. Segundo notícias, a companhia, um dia após o lançamento de um buscador inovador chamado Cuil (que alega indexar mais de 1 trilhão de páginas), fez uma declaração que está indexando mais páginas do que muitos achavam. Isto gera algumas especulações, uma delas seria: Porque a empresa deixou para divulgar a notícia apenas após o lançamento do Cuil?

Pelo simples fato de que o Google pode não ser mais o líder de mercado daqui a alguns anos, no que se refere à busca, pois isso ocorre com a maioria das empresas de tecnologia, que cedo ou tarde deixam de liderar o segmento, como a IBM, que teve de focar apenas em mainframes porque a Dell estava adquirindo cada vez mais a fatia de seu mercado, ou como o browser Netscape, aplicativo desenvolvido pela Netscape Communications que começou sua jornada no início de 93 e em meados da década de 90 assumiu a liderança, capturando 80% dos internautas, porém perdeu o domínio quando a Microsoft numa estratégia questionável até hoje, começou a integrar o seu navegador Internet Explorer de forma nativa no sistema operacional. Como podemos ver o mercado é muito exigente, a supremacia não vive para sempre e a queda é iminente.

Não estou colocando uma ‘praga’ no Google, estou apenas escrevendo o óbvio. O Cuil foi desenvolvido por engenheiros que já trabalharam no Google e sabem a metodologia da empresa e seus objetivos, sabem como é feita a indexação das páginas e também quais são suas possíveis falhas.

É claro que, o Cuil ainda tem muito que aperfeiçoar, ele ainda é prematuro e precisa de alguns anos para tornar-se um atrativo para os usuários e isto requer tempo, dinheiro e uma estratégia vencedora para ganhar espaço no multimilionário mercado de buscas da atualidade.

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