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Fechamento de 2010: Revisão da Web Social
por Rafael Kiso em Geral - 07/01/11.
Encerramos 2010 com muita atividade na web social. Eu reuni neste post os principais elementos para fazer um fechamento do que foi esse ano que se encerrou, inspirado num post da SocialMediaToday. Eu espero que este ano de 2011 seja repleto de inovações e realizações para todos nós!
Vamos começar pelo compartilhamento de conteúdo.
Compartilhando 2010
O site AdThis compartilhou algumas informações através deste infográfico sobre como, quando e onde nós compartilhamos conteúdo. O Facebook representou 44% de toda atividade. Gmail e StumbleUpon tiveram um ótimo crescimento de 394% e 254% respectivamente.
(via Web Analytics World Blog)
Bonus: Mashable’s 19 of the Best Infographics from 2010
Ranking das palavras-chave mais buscadas em 2010
Não é nenhuma surpresa que o termo “Facebook” ficou no topo dos termos mais buscados. Além do fato do ranking ainda apresentar variações do termo “Facebook”. No ano de 2009 os termos “Yahoo! Mail” e “google” eram os chefes desse ranking.
Fonte: Experian Hitwise’s analysis of the top 100 search terms for 2010
Top YouTube vídeos em 2010
“Os vídeos mais vistos no YouTube em 2010 refletem as pessoas, lugares e eventos que capturaram nossa atenção e imaginação ao longo do ano.” Disse a Mia Quagliarello, Gerente de Comunidades do YouTube. “YouTube se tornou um lugar onde a cultura é criada e compartilhada. É um sinal da importância do crescimento do YouTube como uma plataforma para criação de conteúdo”
Veja os vídeos mais vistos no YouTube em 2010.
Bonus: Melhores blogs de 2010
Fonte: TheNextWeb
Revisão do Twitter em 2010 – os 10 tweets mais poderosos
Belo trabalho do Twitter nesse artigo The 10 Most Powerful Tweets of 2010. Isso impactou e demonstrou como o Twitter é incrivelmente poderoso como uma rede de informações em tempo real.
E como não podia faltar, vamos falar de 2011!
Tendências para o Marketing em Mídias Sociais em 2011
O trendwatching.com identificou 11 tendências cruciais para 2011. Algumas das tendências estão diretamente ligadas ao marketing nas mídias sociais em 2011.
Algumas das tendências incluem teorias como Urbanomics, Pricing Pandemonium, Online Status Symbols, Social-lites and Twinsumers e Planned Spontaneity.
A Web 2.0 por trás do Firewall
por Rafael Kiso em e-Business - 01/11/06.
OS EXECUTIVOS DE TI ESTÃO ANSIOSOS PARA EXPLORAR A ONDA DA WEB 2.0
A recente aquisição de U$1.65 bilhões do Google Inc. pelo YouTube, o site mais popular de compartilhamento de vídeo da Internet, gera ansiedade para os negócios tentarem entender como podem aproveitar o poder das tecnologias e conceitos advindas com a Web 2.0.
Enquanto alguns deles esperam esse tipo de sucesso com ferramentas de colaboração social, muitos estão lançando blogs e wikis como parte de seu site corporativo. Muitos empregaram a técnica de programação AJAX dentro de seus sites, para torná-los mais interativos e navegáveis ou tentaram ter suas marcas mencionadas em sites como Digg e del.ici.us.
Os Blogs são, geralmente, a primeira tentativa das empresas em praticar o conceito Web 2.0. Mas muitos outros se esforçam para determinar como entrar nesse espaço. Os blogs parecem ser o ponto de partida e pelo seu histórico, ele parece ser o recurso mais fácil de ser implantado.
Além do aspecto social da Web 2.0 ser uma boa oportunidade para as empresas construírem suas marcas on-line, é ali no mercado corporativo que a real estratégia Web 2.0 começa a fazer sentido.
Em minha opinião, atualmente a maioria da empresas estão criando mais uma iniciativa tática do que estratégica para usar a Web 2.0. Eu escuto as empresas dizerem, “Nós criamos um blog. Nós estamos praticando a Web 2.0”. Isso significa que eles ainda não entenderam. Eles estão sendo muito tímidos e táticos.
Uma estratégia Web 2.0 deveria ser mais parecida com uma reengenharia e não um complemento do site.
Não pense muito sobre isso e crie essa iniciativa de mudanças nos processos do seu negócio. Dê ferramentas para seus colaboradores e eles poderão automatizar e reinventar seus processos. Permita que seus cliente e parceiros de negócios gerem várias idéias para o seu negócio. Permita-os fazerem uma reengenharia nos seus processos de negócio, porém de uma forma controlada.
A Web 2.0 na Intranet
Explore o conceito Web 2.0 dentro das empresas, o que significa usar ferramentas de colaboração pela Intranet somente pelos funcionários. Quando pensamos em diferentes tecnologias e onde elas podem se encaixar dentro de um conjunto de soluções, os wikis geralmente aparecem. Por exemplo, os engenheiros de uma empresa podem usar wikis para compartilhar idéias e conceitos com outros
engenheiros. Mas há certas considerações que precisam ser lembradas. O marketing também olhará e usará esses wikis para desenvolver seu trabalho.
Levando a Web 2.0 para as Empresas
Andrew McAfee, um professor associado de tecnologia e gerenciamento de operações da Harvard Business Scholl, disse uma frase muito clara sobre a Web 2.0: “Some very useful things can emerge from these new modes of collaboration”.
McAfee, o qual clama a ser reconhecido pelo termo Enterprise 2.0, que se refere a utilização de Web 2.0 dentro de empresas (e atrás do firewall) para melhorar a colaboração, diz que isso será um fenômeno de negócios, maior que a própria TI, mas que a TI será essencial para o sucesso dessa nova geração.
Podemos levantar cinco recomendações dele para os gerentes de TI:
- Fornecer um fórum ou plataforma onde os funcionários possam colaborar e se comunicar. Nota-se que os sistemas de gerenciamento do conhecimento (KM) já permitem esse tipo de atividade. Mas, diferente do sistema de gerenciamento do conhecimento tradicional, a colaboração Enterprise Web 2.0 é baseada nos funcionários. Os gerentes não ditam os termos dessa colaboração.
- Preparar um wiki empresarial e demonstrar isso para pessoas influentes, ajudará o resto da empresa se interessar e usar o recurso.
- Criar blogs internos para todos os funcionários e incorporá-los dentro de diretórios internos, para que assim, os usuários possam ver que há um blog.
- Tentar preparar um sistema de bookmarking social, para que os usuários possam ver que tipo de conteúdo seus colegas estão “taggeando” na Internet.
- Os CIOs precisam participar disso tudo desde o começo para garantir a integridade dessa plataforma.
Pelas clássicas medidas de performance do CIO, essas tecnologias não são atrativas. Elas não são terrivelmente caras, portanto você não precisa de uma grande verba para isso. E você não precisa de muita gente para manter os serviços. Se um CIO estiver interessado em construir novas capacidades e ajudar a empresa a fazer coisas que não podiam fazer antes, essas tecnologias são fantásticas. O acesso a essas ferramentas dentro da intranet pode criar um “ecosistema para feedbacks”.
Rafael Kiso é sócio-fundador e Diretor de Tecnologia da Focusnetworks Brasil.
rafael.kiso@focusnetworks.com.br


