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“Social Monopoly” – O banco imobiliário das redes sociais
por Carolina Cruz em Planejamento Estratégico, social business - 11/08/10.
A edição da Information Week Brasil de julho trouxe uma matéria sobre redes sociais com um layout do qual faz alusão a um dos jogos mais famosos no mundo: o Monopoly. Sim! Aqui no Brasil é o bom e velho Banco Imobiliário, onde uns jogadores ficam ricos e outros vão à falência. Simples assim. No jogo, porque na vida real passar de uma casa a outra requer planejamento estratégico de verdade.
Atualmente, 87% dos 37 milhões de internautas ativos brasileiros utilizam redes sociais. Isto acontece porque a mecânica desta nova mídia é mais dinâmica, podendo-se mensurar em tempo real o resultado de uma ação e obter de maneira fiel um feedback de seu público através de interações e manifestações produzidas pelos usuários.
Entretanto, ingressar neste novo método de comunicação não é apenas criar um Twitter e levar ao pé da letra a pergunta “O que você está fazendo?” A presença digital é muito mais que mero perfil é manter uma conversa relevante, saber ouvir, desenvolver visão de conteúdo, saber diagnosticar o ponto a ser melhorado e planejamento. Muito planejamento.
A proposta deste “Social Monopoly” é apresentar as boas práticas das empresas nas redes sociais. Embora as dicas expressas na matéria sejam bem triviais, visando que muitos de nós tenhamos consciência do provérbio contemporâneo das mídias sociais “não faça no Twitter o que você não faria na vida real”. No entanto, se considerarmos a referência ao banco imobiliário, o potencial das redes foi bem explorado. Afinal, a empresa que cair na casa errada está fadada a voltar ao início ou ter o acesso à rede bloqueado.
Social Media Revolution 2
por Rafael Kiso em Geral, Mídias Emergentes - 06/05/10.
É fascinante como o mundo está mudando rapidamente em função das mídias sociais. As estatísticas não param de crescer de forma exponencial e esse vídeo demonstra isso, pois é uma versão atualizada.
Abaixo eu listo as estatísticas apresentadas no Vídeo:
- Over 50% of the world’s population is under 30-years-old
- 96% of them have joined a social network
- Facebook tops Google for weekly traffic in the U.S.
- Social Media has overtaken porn as the #1 activity on the Web
- 1 out of 8 couples married in the U.S. last year met via social media
- Years to Reach 50 millions Users: Radio (38 Years), TV (13 Years), Internet (4 Years), iPod (3 Years)…
- Facebook added over 200 million users in less than a year
- iPhone applications hit 1 billion in 9 months.
- We don’t have a choice on whether we DO social media, the question is how well we DO it.”
- If Facebook were a country it would be the world’s 3rd largest ahead of the United States and only behind China and India
- Yet, QQ and Renren dominate China
- 2009 US Department of Education study revealed that on average, online students out performed those receiving face-to-face instruction
- 80% of companies use social media for recruitment; % of these using LinkedIn 95%
- The fastest growing segment on Facebook is 55-65 year-old females
- Ashton Kutcher and Ellen Degeneres (combined) have more Twitter followers than the populations of Ireland, Norway, or Panama. Note I have adjusted the language here after someone pointed out the way it is phrased in the video was difficult to determine if it was combined.
- 50% of the mobile Internet traffic in the UK is for Facebook…people update anywhere, anytime…imagine what that means for bad customer experiences?
- Generation Y and Z consider e-mail passé – some universities have stopped distributing e-mail accounts
- Instead they are distributing: eReaders + iPads + Tablets
- What happens in Vegas stays on YouTube, Flickr, Twitter, Facebook…
- The #2 largest search engine in the world is YouTube
- While you watch this 100+ hours of video will be uploaded to YouTube
- Wikipedia has over 15 million articles…studies show it’s more accurate than Encyclopedia Britannica…78% of these articles are non-English
- There are over 200,000,000 Blogs
- Because of the speed in which social media enables communication, word of mouth now becomes world of mouth
- If you were paid a $1 for every time an article was posted on Wikipedia you would earn $156.23 per hour
- 25% of search results for the World’s Top 20 largest brands are links to user-generated content
- 34% of bloggers post opinions about products & brands
- Do you like what they are saying about your brand? You better.
- People care more about how their social graph ranks products and services than how Google ranks them
- 78% of consumers trust peer recommendations
- Only 14% trust advertisements
- Only 18% of traditional TV campaigns generate a positive ROI
- 90% of people that can TiVo ads do
- Kindle eBooks Outsold Paper Books on Christmas
- 24 of the 25 largest newspapers are experiencing record declines in circulation
- 60 millions status updates happen on Facebook daily
- We no longer search for the news, the news finds us.
- We will non longer search for products and services, they will find us via social media
- Social Media isn’t a fad, it’s a fundamental shift in the way we communicate
- Successful companies in social media act more like Dale Carnegie and less like Mad Men Listening first, selling second
- The ROI of social media is that your business will still exist in 5 years
- Bonus: comScore indicates that Russia has the most engage social media audience with visitors spending 6.6 hours and viewing 1,307 pages per visitor per month – Vkontakte.ru is the #1 social network
Fonte: http://socialnomics.net/2010/05/05/social-media-revolution-2-refresh/
Social Media Marketing – Análise de Cases
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 01/05/10.
Cases positivos e negativos em Mídias Sociais.
Como definir “sucesso” em mídias sociais?
Não adianta fazer ações isoladas e acompanhar somente métricas não financeiras como seguidores do Twitter. É importante fazer um planejamento estratégico interativo, baseado em objetivos de negócio e de marketing, e acompanhar principalmente métricas financeiras.
A Focusnetworks se torna agora uma Agência de Social Business, com o mesmo propósito de sua concepção E-Business 2.0, porém incluindo um novo objetivo: Criar um novo capital estratégico para seus clientes através da co-criação de valores. Levar o cliente para um próximo nível de comunicação e negócios através da mídia social.
E-Business de Alto Retorno através da Co-Criação
por Rafael Kiso em e-Business, Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 07/11/09.
A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações
Hoje eu apresentei no Intercon como o ano de 2009 foi o ano das mudanças.
As premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição.
Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
A apresentação visou refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Para quem quiser comprar o livro do Intercon 2009 com os artigos apresentados no evento – http://clubedeautores.com.br/book/7889–InterCon_29
ano de 2009 foi o ano das mudanças, premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição. Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
Este artigo visa refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.


