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Consumidores Sociais e a Ciência do Compartilhamento

por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 27/10/11.

Talvez você não tenha notado, mas você provavelmente usa o Twitter e o Facebook para falar das suas relações e experiências com marcas, produtos e serviços. Alguma vez já postou alguma experiência negativa de consumo no Facebook? Pois é, então você já é um consumidor social!

A Mídia Social se infiltrou no processo de consumo, nos ajudando a ser mais informado e tomar melhores decisões, que vão desde o que comer até onde ir nas férias. Dependendo da decisão, às vezes você consulta a sua rede social, e às vezes você recorre ao Google. Portanto, para os anunciantes, eles precisam saber quais canais online deveriam investir para atingir perfeitamente sua audiência.

Mas, dependendo do tipo de consumidor que ele esteja tentando atingir ou o que está vendendo, o trabalho de SEO tem que estar em dia para ele aparecer no topo dos resultados. Sim, a busca é o meio mais importante e influente da web.

O infográfico abaixo analisa a diferença entre quem compartilha muito e pouco conteúdo, e diversas decisões de compra, ajudando as empresas a entender como deveriam atingir seus consumidores.

Que tipo de consumidor você é? Divida conosco nos comentários.

Aproveitem também para ver minha palestra sobre Social Media Optimization

Consumidores Sociais e a Ciência do Compartilhamento

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Google Caffeine – O que você precisa saber

por Rafael Kiso em Geral, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 14/08/09.

Como vocês já sabem, o Google está se preparando para lançar uma nova versão do motor de busca, conhecida como Google Caffeine. Essa mudança na infra-estrutura do motor mudará os resultados de uma busca no Google, ou seja, os critérios para exibir o ranking de sites foram atualizados de maneira mais notável. Portanto, isso também mudará a forma de se fazer SEO (Search Engine Optimization) .

O projeto ainda está em testes, mas já dá para acessar a versão em desenvolvimento para uso público. Você pode não ver muitas diferenças imediatamente, mas eles garantem que um upgrade completo foi feito. As atualizações mais aparentes são velocidade de indexação e um pouco mais de compreensão pelo que se está buscando.

Portanto, o que todos querem saber? Todo mundo perderá ou ganhará Page rank? O que é possível fazer para se preparar? Assista ao vídeo abaixo e escute as respostas do Google.

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O que o Google acha do Twitter?

por Rafael Kiso em Geral, Tecnologia - 11/08/09.

Quando você começa a digitar uma busca no Google, versão em inglês, caso você tenha o recurso de auto completar habilitado, ele mostrará recomendações de palavras complementares ao que você está escrevendo. Portanto, por exemplo, se você escrever “Twitter is” para saber o que é o Twitter, os resultados são um pouco suspeito. O Google irá sugerir que o Twitter é retardado, lento, sem utilidade, e por aí vai! Veja:

O que o Google acha do Twitter?

O que o Google acha do Twitter?

Comece a digitar outras coisas como “Google is”, “Orkut is”, e dê boas risadas.

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Microsoft Bing

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Tecnologia - 12/06/09.

Pela primeira vez a Microsoft dá um passo à frente na Web. Será que o Bing mudará o modelo dos buscadores?

Microsoft Bing

Microsoft Bing

A Microsoft anunciou o Bing no ultimo dia 28 de maio, seu novo buscador que veio para substituir o live.com e enfrentar o Google. E pela primeira vez, em minha opinião, a Microsoft deu um passo certo e a frente de seu maior concorrente. Acho que todos perceberam que o Google demorou a se pronunciar, o Bing foi uma surpresa até mesmo para eles, apesar do CEO do Google dizer “Não acho que a chegada do Bing vá mudar o que estamos fazendo.”

Coincidência ou não, o Google lançou o Google Squared, que demonstra a primeira aventura do buscador na Web 3.0, a web semântica, que estrutura informações não organizadas vindas de diferentes fontes para formar uma representação padronizada dos resultados.

Mas voltando ao Bing, pelos testes que eu fiz, o novo buscador contextualiza melhor os resultados e traz maior relevância na forma de buscar. Segue abaixo as minhas perspectivas de como o Bing se diferencia dos outros buscadores.

  • O Bing é focado em entregar respostas, não um monte de páginas e links. Para o Bing, “menos é mais”. Uma pesquisa da Forrester Research, diz que o Bing foi desenvolvido para ajudar os usuários a tomarem decisões e não somente entregar um catálogo de páginas. Por isso também que o Bing possui divisões claras em turismo, filmes, saúde, presentes, entre outros.
  • O Bing organiza o resultado pela relevância do usuário e não por algoritmo. Usando uma pesquisa de quais tipos de resultados se provam ser relevante para os usuários, a Microsoft organizou a interface do novo buscador para entregar conteúdo de valor, permitindo o usuário filtrar o conteúdo pelas suas principais características.

O que muda para quem anuncia em buscadores?

  • Mais qualidade – A maioria dos anunciantes compra somente no Google e Yahoo porque a Microsoft “tem” somente 8% de audiência no mercado de buscas. Não é o suficiente para valer o investimento dos anunciantes. Mas com o lançamento do Bing, a Microsoft já cresceu 1,7 ponto percentual entre os buscadores, saltando de 13,8% para 15,5% no período analisado, e em sua semana de estréia ele ultrapassou o Yahoo e ficou em segundo lugar em buscas. Portanto, em minha opinião é uma questão de tempo para as pessoas usarem e sentirem maior relevância através do Bing.
  • Uma nova necessidade de SEO – Ao invés do Bing mostrar todos os sites que correspondem ao algoritmo de busca, ele mostra somente três resultados para uma subcategoria relacionada a busca. Por exemplo, ao buscar “U2″ o Bing organizará os resultados em subcategoria como “songs”, “tickets”, “merchandise”, “dowloads”, “interview”, “vídeos”, entre outros. Isso significa que as estratégias de SEO precisarão ser revistas para se ajustarem as subcategorias ao invés de focar somente na palavra buscada.
  • Os buscadores irão se tornar portais de informação – Os buscadores têm sido usados como um portal para o conteúdo na web. Mas, como um buscador que ajuda nas decisões, o Bing introduz uma busca que realmente entrega conteúdo sem mandar o usuário para outro site. Ao procurar um celular, por exemplo, dá até para comparar os preços dentro do próprio Bing, sem a necessidade de entrar no site destinatário.

De acordo com a Forrester, eles esperam que os outros buscadores sigam o Bing, e isso significará ao mercado um aumento no custo dos anúncios. O que vocês acham?

Para explorar o Bing eu recomendo o fazer na versão em inglês. Em português muitas dessas características não aparecem.

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O futuro das buscas

por Alexandre Araújo em e-Business - 25/09/08.

Atualmente a busca de informações na internet é utilizada por quase todos internautas, sejam usuários leigos ou usuários avançados. As buscas realizadas são bastante simples, sem filtros muito complexos, como por exemplo, uma busca de documentos disponíveis na internet abordando um assunto específico.

A maioria dos buscadores online oferecem formas complexas de buscar arquivos, como é o caso do líder de mercado, o Google. Indexando bilhões de páginas estáticas e dinâmicas e também arquivos em Flash (um dos últimos grandes anúncios, antes do Chrome) com uma qualidade de relevância e um volume de usuários que torna o Google a melhor escolha (até o momento) para realizar buscas na internet.

Atualmente o Google consegue capturar quase 60% do mercado de buscas da internet, o que deixa pouco espaço para concorrentes, porém há algumas semanas atrás ocorreu um fato curioso que fez a grande empresa a tomar algumas atitudes ao menos, duvidosas. Segundo notícias, a companhia, um dia após o lançamento de um buscador inovador chamado Cuil (que alega indexar mais de 1 trilhão de páginas), fez uma declaração que está indexando mais páginas do que muitos achavam. Isto gera algumas especulações, uma delas seria: Porque a empresa deixou para divulgar a notícia apenas após o lançamento do Cuil?

Pelo simples fato de que o Google pode não ser mais o líder de mercado daqui a alguns anos, no que se refere à busca, pois isso ocorre com a maioria das empresas de tecnologia, que cedo ou tarde deixam de liderar o segmento, como a IBM, que teve de focar apenas em mainframes porque a Dell estava adquirindo cada vez mais a fatia de seu mercado, ou como o browser Netscape, aplicativo desenvolvido pela Netscape Communications que começou sua jornada no início de 93 e em meados da década de 90 assumiu a liderança, capturando 80% dos internautas, porém perdeu o domínio quando a Microsoft numa estratégia questionável até hoje, começou a integrar o seu navegador Internet Explorer de forma nativa no sistema operacional. Como podemos ver o mercado é muito exigente, a supremacia não vive para sempre e a queda é iminente.

Não estou colocando uma ‘praga’ no Google, estou apenas escrevendo o óbvio. O Cuil foi desenvolvido por engenheiros que já trabalharam no Google e sabem a metodologia da empresa e seus objetivos, sabem como é feita a indexação das páginas e também quais são suas possíveis falhas.

É claro que, o Cuil ainda tem muito que aperfeiçoar, ele ainda é prematuro e precisa de alguns anos para tornar-se um atrativo para os usuários e isto requer tempo, dinheiro e uma estratégia vencedora para ganhar espaço no multimilionário mercado de buscas da atualidade.

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