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Consumidores Sociais e a Ciência do Compartilhamento
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 27/10/11.
Talvez você não tenha notado, mas você provavelmente usa o Twitter e o Facebook para falar das suas relações e experiências com marcas, produtos e serviços. Alguma vez já postou alguma experiência negativa de consumo no Facebook? Pois é, então você já é um consumidor social!
A Mídia Social se infiltrou no processo de consumo, nos ajudando a ser mais informado e tomar melhores decisões, que vão desde o que comer até onde ir nas férias. Dependendo da decisão, às vezes você consulta a sua rede social, e às vezes você recorre ao Google. Portanto, para os anunciantes, eles precisam saber quais canais online deveriam investir para atingir perfeitamente sua audiência.
Mas, dependendo do tipo de consumidor que ele esteja tentando atingir ou o que está vendendo, o trabalho de SEO tem que estar em dia para ele aparecer no topo dos resultados. Sim, a busca é o meio mais importante e influente da web.
O infográfico abaixo analisa a diferença entre quem compartilha muito e pouco conteúdo, e diversas decisões de compra, ajudando as empresas a entender como deveriam atingir seus consumidores.
Que tipo de consumidor você é? Divida conosco nos comentários.
Aproveitem também para ver minha palestra sobre Social Media Optimization
Cinco Mitos sobre ações em Mídias Sociais
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes - 13/01/11.
Ao longo de 2010 eu escutei diversas preocupações e afirmações sobre ações em mídias sociais, vindas principalmente dos meus clientes e prospects. Elegi as 5 principais, e escrevo abaixo porque elas são mitos.
Mito 1: Meus clientes não estão nas redes sociais
Mito 2: Eu não consigo medir o impacto da mídia social em meu negócio
Mito 3: Eu não tenho tempo para gerenciar as mídias sociais
Mito 4: Se eu entrar nas mídias sociais pode chover de comentários negativos
Mito 5: Midia social é de graça
ROI em Ações de Mídia Social
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico, social business - 29/07/10.
Algumas empresas como a Dell, Starbucks, IKEA, P&G, já entenderam como ter real retorno sobre investimento através das mídias sociais, e já conseguem provar que vale investir nisso. De forma bem resumida a Dell se destaca com o Dell Outlet no Twitter e com seu Idea Storm, que já geraram milhões para a empresa, a P&G com sua comunidade BeingGirl.com é 100 vezes mais efetiva em vendas do que através de comerciais na TV.
Poucos conseguem traçar uma linha de base do antes de depois da mídia social e seus impactos financeiros, mas muitas empresas ainda não. Isso não significa que ações em mídia social são ineficazes. Isso significa que em diversos casos as empresas precisam reconhecer os benefícios que vão além do aspecto financeiro. Portanto, podemos tratar como ROI par mensurar aspectos financeiros e ROE para mensurar aspectos não financeiros, ou seja, mensurar engajamento. Veja mais sobre isso no post Sustentabilidade da Empresa através do Social Business.
Eu volto nesse assunto, pois li recentemente um post no blog do Augie Ray, analista da Forrester, que vai ao encontro do meu modelo de analisar o impacto das mídias sociais através do Balanced Socrecard. No post dele, ele considera ROI os impactos financeiros e não financeiros, e trata o ROE como um indicador de que a empresa está fazendo algo para criar valor que pode trazer algum resultado financeiro a longo prazo. Concordo com ele, mas eu ainda prefiro deixar claro a divisão de ROI e ROE.
A minha abordagem de Social Business através do Balanced Scorecard, também pode ser interpretada através da perspectiva do Augie. Veja:
- Financeiro: Houve aumento no faturamento ou lucro, ou os custos foram reduzidos?
- Marca: As atitudes dos consumidores em relação a sua marca estão cada vez melhores?
- Gerenciamento de Risco: A empresa está mais bem preparada para escutar e responder aos ataques ou problemas que afetam sua reputação?
- Digital: A empresa conquistou ativos digitais?
Através dessa perspectiva, as empresas poderão avaliar os benefícios dos diversos conjuntos de ações no curto e no longo prazo, financeiros e não financeiros. Dessa forma há como alinhar as métricas com todos os objetivos corporativos e não só as vendas ou só o engajamento. Com essa matriz é possível ter um consenso para os investimentos em mídia social e adotar de vez o átomo social no seu DNA.
Gerenciamento de Comunidades – Você está sem resultados?
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico, social business - 05/07/10.
Recentemente a Forrester publicou um artigo fechado (US$499) chamado “Community Management Checklist” descrevendo quatro passos para planejar o engajamento do usuários em comunidades próprias. Segue abaixo a minha análise e complemento.
Muitas empresas estão lançando suas comunidades em LinkedIn, Facebook, ou até redes sociais próprias no NING, para engajar seus clientes num diálogo em torno de sua empresa, marca, e produtos. No entanto, uma vez lançada, elas geralmente sentem que falharam, pois não há recursos para dar continuidade no engajamento. Ou seja, houve uma falha no planejamento de elementos chave para manter o diálogo, ganhar cada vez mais participação e idéias tão almejadas.
Para garantir a criação de uma comunidade que realmente seja um canal de diálogo, as empresas precisam fazer um checklist mínimo, no qual compreende quatro fases: planejamento, alinhamento, lançamento e manutenção. Essas quatro fases também são conhecidas pelo acrônimo PALM.
- Planejamento: Diagnóstico. Pesquisa. Definição de metas, objetivos e métricas. Estratégia de como explorar as conversas existentes, e tomar decisões.
- Alinhamento: Construir consenso interno entre departamentos, e os processos necessários para gerenciar o diálogo e o conhecimento gerado pelo consumidor.
- Lançamento: Plano de marketing para atrair e reter membros.
- Manutenção: Plano para cultivar relacionamentos com os membros, definição de drives motivadores, e torná-los engajados a marca.
O documento da Forrestes descreve um checklist para aquelas empresas que queiram fazer in house o lançamento dessas comunidades. Porém, o mais recomendável é procurar empresas especializadas em Social Business, como a Focusnetworks, para construir todo esse planejamento e fazer a implantação. Se aventurar de forma caseira nesse universo das mídias digitais tem se mostrado caro para diversas empresas ao redor do mundo, quase sempre o tiro sair pela culatra. Fica aqui a reflexão!
Grátis é o Futuro dos Negócios?
por Rafael Kiso em e-Business, Geral, Planejamento Estratégico - 31/08/09.
Numa jogada de marketing, o grátis emergiu como uma economia de pleno direito. Oferecer música grátis trouxe êxito para o Radiohead, por exemplo, que depois disso faz surgir um enxame de outras bandas no MySpace com o mesmo formato. Outro exemplo é o Google, praticamente tudo o que ele faz é grátis para os consumidores.
O surgimento do “freeconomics” ou “economia do grátis” está sendo protagonizada pelas rupturas que a web trouxe para os negócios. Por causa disso, a tendência determina que o custo de fazer negócios no “presente futuro” chegue à zero. Pelo menos é essa a teoria do novo livro do Chris Anderson chamado FREE: The Future of a Radical Price. Ele que é também autor do best seller The Longtail.
O interessante é que o livro Free também está disponível para consulta e download na internet. O livro, que trata da evolução nos modelos de negócios e geração de receita na era digital, já está disponível gratuitamente no formato Scribd (versão embutida abaixo) e Google Books. O autor também oferece o livro no formato de audiobook, disponível para downoad em formato MP3.
Mas quem não quer gastar muito tempo lendo o livro, pode ler a resenha publicada pelo The Wall Street Journal. E também pode ver o vídeo do Chris discutindo sobre o FREE.
Há também um artigo ótimo da Época Negócios que dá dicas de como vender nesse novo mundo grátis. Os produtos deverm ficar cada vez mais baratos nesse conceito, já os serviços… E você, também acha que o futuro dos negócios é ser grátis?




