Tag: mídia social
Engajamento ao estilo japonês!
por Rafael Kiso em Criação, Geral, Tecnologia - 31/01/10.
Uma celebração sensacional do novo mundo onde o tamanho do dispositivo de gravação não é documento. A Verbatim lançou no Japão um site que desafia qualquer site já publicado até o momento. Ele é um sinônimo de como engajar o consumidor e ao mesmo tempo passar a mensagem da marca.
O site traz como novidade um campeonato chamado “Media Monsters”, onde você pode criar seu próprio monstro e ter como membros pen drives, memory cards, HDs, e lutar contra outros monstros. O mais impressionante é o ponto em que eles chegaram utilizando o Flash e ActionScript. Ao mesmo tempo em que o site é minimalista e clean, a programação para realizar os cálculos e as formas são uma obra de arte.
Divirta-se e lute contra o meu bichinho RK3!
http://www.verbatim.jp/senshuken/?id=1076863
E-Business de Alto Retorno através da Co-Criação
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia, e-Business - 07/11/09.
A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações
Hoje eu apresentei no Intercon como o ano de 2009 foi o ano das mudanças.
As premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição.
Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
A apresentação visou refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Para quem quiser comprar o livro do Intercon 2009 com os artigos apresentados no evento – http://clubedeautores.com.br/book/7889–InterCon_29
ano de 2009 foi o ano das mudanças, premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição. Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
Este artigo visa refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Por que o Twitter merece atenção das Marcas?
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 25/06/09.
Eu já escrevi bastante sobre o Twitter e as marcas no outro post.. este é vem somente a mostrar que as marcas brasileiras estão se movimentando. Veja abaixo os principais modelos de uso (Saiu na Exame). Além desses modelos, também já podemos fazer jogos via Twitter.
Twittando a sua marca
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 05/06/09.
Após ser apenas uma novidade, o Twitter está se tornando uma poderosa forma de comunicação, é o que diz a capa de junho de 2009 da revista TIME.
Se você não viveu dentro de uma caverna ultimamente, provavelmente já ouviu muito sobre o Twitter. O utilitário no qual permite seus membros compartilharem comentários curtos uns com os outros, é o novo lugar para se comunicar na Web. O Twitter de repente se tornou a arena digital para pessoas observarem e se engajarem numa cultura pop. É também um lugar onde as marcas podem interagir com seus consumidores diretamente, para reforçar relacionamento com seus clientes leais ou atrair novos seguidores através de seus próprios tweets.
Apesar da presença de mensagens auto patrocinadas, o Twitter continua a ser uma ambiente sem publicidade, livre de um modelo de negócio. No entanto, foi só uma questão de tempo para que o site anunciasse a promessa de uma perspectiva publicitária. No início de Abril, começaram a surgir diversas aplicações no qual os usuários pudessem agregar posts sobre trânsito, promoções na Web, entre outros, proporcionando uma oportunidade única para os anunciantes. Inclusive, numa consciência de mídia social, já há campanhas de empresas lá fora cujo objetivo é aumentar o número de seguidores de seu Twitter.
O Twitter funciona como um veículo livre para uma marca reforçar suas relações públicas através da mídia digital. Por funcionar como um ambiente aberto e social, o Twitter pode fornecer um local de encontro on-line para os usuários, de uma forma que o Facebook e MySpace muitas vezes não podem. O Twitter não é responsável pelo sucesso de tal linha de comunicação, portanto as empresas precisam sabiamente decidir como eles devem usar o serviço para alcançar seus objetivos.
Numa pesquisa realizada pela agência de marketing promocional Bullet, feito com mais de 3.200 internautas, mais de 69% dos consumidores brasileiros que estão no Twitter seguem ou já seguiram marcas no microblog e mais de 53% têm interesse em receber campanhas, desde que sejam relevantes.
Veja a pesquisa no SlideShare
http://www.slideshare.net/bullet_promo/twitter-no-brasil-1453989
Veja o Censo de usuários de Twitter no Brasil
http://www.twittercentral.com.br/censo/
Empresas como JetBlue, Dell e Tecnisa, se aproveitam da popularidade da ferramenta para tornar virais suas promoções. No caso da Dell, o perfil brasileiro promove ofertas diárias que duram 3 horas, além de destacar promoções e lançamentos para compras on-line. Já a JetBlue, além de promoções, eles também avisam os passageiros sobre atrasos de voos.
Em uma jogada ousada em março deste ano, a marca Skittles decidiu dar o controle de seu site para os consumidores. A home page, Skittles.com, foi relançada e se tornou um menu que envia o visitante para outros sites com conteúdos gerados por usuários. Por exemplo, o link “Media” leva o usuário para o canal da marca no YouTube, o “Friends” leva o usuário para a página oficial no Facebook, o “Chatter” levava o usuário para o página da marca no Twitter. O menu navegador do site por sua vez fica fixo acima de todas as páginas.
Independentemente de quão inovador essa iniciativa pode parecer, a Skittles descobriu rapidamente que nem todo mundo respondeu favoravelmente. Muitos usuários do Twitter expressaram que se sentiram insultados pelo fato da marca ter assumido que não haveria nenhum conteúdo negativo postado nesses sites sociais. Alguns deles postaram comentários negativos e em tons sarcásticos para prejudicar a marca. Em resposta, a páginas do Skittles.com logo cessou a página do Twitter, e no lugar direcionou os usuários para a página de resultados do Twitter para o termo “Skittles”, mostrando assim posts diversos que não necessariamente envolve a marca.
Essa campanha parece apontar para dois aprendizados pertinentes sobre como as marcas interagem com a mídia social, particularmente com o Twitter. Primeiro, as marcas precisam estar abertas para o fato de que dar controle aos usuários é estar preparado para negatividade. Tem que ser automático assumir que o feedback pela perspectiva das mídias sociais pode ser negativo. Segundo, o público parece muito desiludido com a publicidade em mídias sociais, portanto, eles sempre vão reclamar quando isso acontecer. Mantenha em mente que os usuários do Twitter tem a escolha de seguir ou não você, os anunciantes precisam perceber que diante da oportunidade de falar sobre sua marca, a intenção do público geralmente não é promover e sim negativar.
O mais importante disso tudo é que o Twitter está invadindo a comunicação e mudando as regras de engajamento na Web. É necessário ser relevante e original para twittar sua marca. O que você está esperando, já twittou hoje?
Tudo o que você precisa saber para twittar bem! – http://is.gd/PiI7
10 Ferramentas complementares para o serviço de microblog – http://is.gd/PkjG
Mídia Social – A ascensão da plataforma do consumidor como mídia.
por Rafael Kiso em e-Business - 01/08/07.
É importante, antes de seguir em frente, definir o termo “Mídia Social”. É claro que utilizei a definição, traduzida por mim, do Wikipedia (Inglês) para isso, no qual “Mídia Social descreve as tecnologias e práticas on-line, usada por pessoas para compartilhar opiniões, idéias, experiências e perspectivas. A Mídia Social pode tomar diversas formas, incluindo textos, imagens, áudio, e vídeo. São sites que tipicamente usam tecnologias como blogs, quadro de mensagens, podcasts, wikis, e vlogs para permitir os usuários interagirem.” E disseminarem conteúdo, eu completo.
A chave aqui, é que as pessoas são as que usam e controlam essas ferramentas e plataformas ao invés das empresas e grandes marcas. Além disso, é importante deixar claro que essa plataforma de mídia social só funciona em ambientes de rede. O motivo pelo qual eu destaco isso, é que o aspecto de rede, é primariamente uma força democrática de baixo custo; qualquer um pode entrar na conversa com um pequeno investimento de seu tempo pessoal e acesso a rede. E a partir da premissa de que a comunicação é essencialmente livre sobre a Web, combinado a uma arquitetura de participação gerida pelo efeito de rede, certamente torna as plataformas de mídias sociais a mais poderosa forma de mídia até hoje criada.
Hoje em dia todos estão postando algo em um simples blog, mas que automaticamente alcançam 1.1 bilhões de usuários na Web. E com o RSS, o conteúdo de mídia social é espalhado através da Internet via feeds e pode ser encontrado por qualquer um que esteja procurando informações pelo Technorati, Google Blog Search, TechMeme ou dezenas de outros mecanismos inovadores.
Mas o quão significante realmente isso é? Quais são os pontos fortes que determinam que a mídia social está mudando o panorama da comunicação, colaboração e interação pessoal? Como podemos considerar uma ferramenta ou um site um mecanismo de mídia social? Para entender melhor isso, eu criei uma lista do que devemos considerar para estabelecer algo como mídia social.
Mídia Social: Algumas considerações
- Comunicação na forma de conversação, não monólogo – A mídia social precisa facilitar a discussão bidirecional e debater com pouca ou nenhuma moderação ou censura. Em outras palavras, os comentários em blogs ou testemunhais em sites de comércio eletrônico não devem ser controlados no aspecto positivo ou negativo, mas sim somente no aspecto pejorativo.
- O protagonista da mídia social são pessoas, não empresas, não marcas – O perfil do consumidor mudou, e hoje ele controla a interação com as marcas. Portanto, para que a marca tenha credibilidade no mercado, as pessoas tem que falar positivamente dela para outras pessoas, e não a marca para as pessoas. Lembre-se a comunicação nunca deve ser unidirecional.
- Honestidade e transparência são os principais valores – Tentar controlar, manipular ou mesmo empurrar conteúdo é o pecado mortal da nova geração da web. As marcas precisam ser transparentes para que as pessoas se disponham a consumir seu conteúdo. É deixar as pessoas escolherem e criarem seu conteúdo e relacionamentos, ao invés de ser forçado a isso. Entender esse conceito é uma das principais técnicas da mídia social.
- Distribuição ao invés de centralização – Um dos aspectos frequentemente negligenciado da mídia social, é o fato dos interlocutores serem muitos e variados. É quase que inevitável o poder de poucas organizações terem o controle da criação e distribuição da informação. A mídia social é altamente distribuída e constituída de dezenas de milhares de vozes tornando a informação muito mais textualizada, rica e heterogenia.
A ascensão das plataformas de mídias sociais dentro dos negócios, irá colocar um desafio significante nas empresas enquanto elas tentam se adaptar as considerações citadas acima. Isso porque, não segui-las é tender a reduzir as chances de sucesso dentro da nova geração da internet. Veja o movimento do YouTube para pagar seus usuários pelas contribuições de vídeos, pois de alguma forma eles os limitam com algumas restrições de conteúdo.
Eis uma tendência que já é mais que tendência. Abrace essa causa antes que seja tarde demais.
Rafael Kiso é sócio-fundador e Diretor de Tecnologia da Focusnetworks Brasil.
rafael.kiso@focusnetworks.com.br




