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Internet já é o segundo meio em faturamento do país
por Rafael Kiso em Geral - 14/06/12.
A Internet já é o segundo meio em faturamento do país com 11,98% de participação de mercado, ficando atrás somente atrás de TV. Ao final de 2012 deve chegar a 13,7%. Segundo o IAB Brasil, nós já chegamos a 82,4 milhões de usuários brasileiros, dados do primeiro trimestre de 2012, e com mais de 50% de penetração na população.
O relatório mostra ainda que no mundo todo as empresas estão migrando de outros meios para a Internet, porém, o Brasil ainda está bem longe da realidade dos mercados como EUA, UK, Japão, Alemanha, cujo o share de mídia online chega até 31%. O faturamento total em mídia online aqui no Brasil foi de 3,3 bilhões, sendo que nos EUA foi mais de $30 bilhões. Mas, isso também mostra que esse mercado tem muito para crescer aqui no país.
Esse crescimento todo aqui no Brasil se deu agora, pois o IAB e o projeto Intermeios finalmente reconheceram os investimentos em mídia online sendo Display + Search.
Outro fator interessante desse relatório, é que o mercado investe mais em publicidade online no meio e no final do ano. Momentos em que o mercado tem maior aquecimento.
Conclusões gerais:
- Mercado de Internet continua crescendo num ritmo de 4x a do mercado
- A atividade da publicidade online é cada vez mais reconhecida como meio de sucesso frente a outros meios.
- As Adnetworks e Mobile estão sendo cada vez mais utilizados nas campanha online
- Search é responsável por 55% do share publicitário online e Display Ad 45%.
Guia rápido para medir resultados da sua estratégia de mídia social
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 22/08/11.
Sendo otimista, mais da metade das empresas que atuam nas mídias sociais não possuem um planejamento para isso. E sem um planejamento, elas também não sabem ao certo o que medir e muito menos o retorno das suas ações.
Eu encontrei na web este infográfico, no qual serve como base inicial para quem se enquadra nessa situação e também para quem quer repassar as métricas possíveis para sua estratégia on-line.
Cinco Mitos sobre ações em Mídias Sociais
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes - 13/01/11.
Ao longo de 2010 eu escutei diversas preocupações e afirmações sobre ações em mídias sociais, vindas principalmente dos meus clientes e prospects. Elegi as 5 principais, e escrevo abaixo porque elas são mitos.
Mito 1: Meus clientes não estão nas redes sociais
Mito 2: Eu não consigo medir o impacto da mídia social em meu negócio
Mito 3: Eu não tenho tempo para gerenciar as mídias sociais
Mito 4: Se eu entrar nas mídias sociais pode chover de comentários negativos
Mito 5: Midia social é de graça
ROI em Ações de Mídia Social
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico, social business - 29/07/10.
Algumas empresas como a Dell, Starbucks, IKEA, P&G, já entenderam como ter real retorno sobre investimento através das mídias sociais, e já conseguem provar que vale investir nisso. De forma bem resumida a Dell se destaca com o Dell Outlet no Twitter e com seu Idea Storm, que já geraram milhões para a empresa, a P&G com sua comunidade BeingGirl.com é 100 vezes mais efetiva em vendas do que através de comerciais na TV.
Poucos conseguem traçar uma linha de base do antes de depois da mídia social e seus impactos financeiros, mas muitas empresas ainda não. Isso não significa que ações em mídia social são ineficazes. Isso significa que em diversos casos as empresas precisam reconhecer os benefícios que vão além do aspecto financeiro. Portanto, podemos tratar como ROI par mensurar aspectos financeiros e ROE para mensurar aspectos não financeiros, ou seja, mensurar engajamento. Veja mais sobre isso no post Sustentabilidade da Empresa através do Social Business.
Eu volto nesse assunto, pois li recentemente um post no blog do Augie Ray, analista da Forrester, que vai ao encontro do meu modelo de analisar o impacto das mídias sociais através do Balanced Socrecard. No post dele, ele considera ROI os impactos financeiros e não financeiros, e trata o ROE como um indicador de que a empresa está fazendo algo para criar valor que pode trazer algum resultado financeiro a longo prazo. Concordo com ele, mas eu ainda prefiro deixar claro a divisão de ROI e ROE.
A minha abordagem de Social Business através do Balanced Scorecard, também pode ser interpretada através da perspectiva do Augie. Veja:
- Financeiro: Houve aumento no faturamento ou lucro, ou os custos foram reduzidos?
- Marca: As atitudes dos consumidores em relação a sua marca estão cada vez melhores?
- Gerenciamento de Risco: A empresa está mais bem preparada para escutar e responder aos ataques ou problemas que afetam sua reputação?
- Digital: A empresa conquistou ativos digitais?
Através dessa perspectiva, as empresas poderão avaliar os benefícios dos diversos conjuntos de ações no curto e no longo prazo, financeiros e não financeiros. Dessa forma há como alinhar as métricas com todos os objetivos corporativos e não só as vendas ou só o engajamento. Com essa matriz é possível ter um consenso para os investimentos em mídia social e adotar de vez o átomo social no seu DNA.



