Tag: inovação

Como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, e-Business - 27/11/09.

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A ExpoManagement consolidou-se como o evento referência da comunidade executiva brasileira. É o lugar onde se unem as ideias, os pensamentos, as tendências e os maiores experts mundiais do management. E nesse ano a Focusnetworks estará lá, onde eu palestrarei sobre como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais.

A minha palestra será no dia 2 às 15:00 e terá transmissão ao vivo pela internet. Link: http://migre.me/cJ0a

Será uma palestra destinada ao espaço patrocinado pela Symnetics, um espaço inteiro voltado à inovação e co-criação. A abordagem será mostrar como as Redes Sociais podem se configurar como reais ambientes de experiência para estender a base de conhecimento das empresas.

Mas fique atento que eu publicarei aqui o slide após o evento. Melhor ainda, inscreva-se gratuitamente para assistir esta e outras palestras. Link: http://migre.me/cIOS

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Novas Perspectivas sobre a Inovação para o Brasil

por Rafael Kiso em Projetos, Tecnologia, e-Business - 13/07/09.

Novas Perspectivas sobre Inovação para o Brasil

Nesta semana será lançado o movimento da sociedade Novas Perspectivas sobre Inovação para o Brasil. A iniciativa nasceu da Mobilização Empresarial para a Inovação (MEI) da CNI – Confederação Nacional da Indústria. O evento de lançamento será no dia 15 de julho, das 9h00 às 16h30, na ESPM, rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – São Paulo/ SP.

A iniciativa tem como objetivo influenciar positivamente a agenda do empresariado brasileiro através da construção de um ponto de vista sobre os desafios estratégicos e propostas de como promover a inovação no Brasil. “Todos sabemos hoje que inovação é o motor principal da competitividade das empresas, dos países e o tema não pode ficar de fora da agenda nacional nem ser trabalhado de forma desarticulada”, afirmam os idealizadores da iniciativa.

O evento reunirá formadores de opinião de diversos segmentos da sociedade, “ativistas” da inovação nas áreas de tecnologia, publicidade, pequenos e médios empreendedores, advocacia, pesquisa, design, industrial, financeira, educação, consultoria, entre outras. A intenção é estimular um diálogo construtivo, começando neste dia 15 de julho e que deverá se estender por meio de redes sociais colaborativas na internet até meados de agosto, quando será entregue um “white paper” conclusivo para a CNI e para a mídia brasileira.

A Symnetics atuará como facilitadora da iniciativa, que conta ainda com o apoio da ESPM, que sediará o encontro, e a Focusnetworks, empresa de tecnologia que irá fornecer a plataforma da rede social colaborativa para a discussão dos desafios estratégicos e construção de propostas por voluntários de todo o país. André Coutinho, sócio-diretor da Symnetics, Martha Terenzzo, diretora da ESPM, e Rafael Kiso, sócio-fundador da Focusnetworks são os idealizadores da iniciativa.

As inscrições são limitadas e os interessados em participar do evento devem enviar um e-mail com nome, empresa, cargo e telefone para core@activisti.am.

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Movimento Ascendente – Entrevista para Meio & Mensagem

por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico, e-Business - 03/02/09.

Meio & Mensagem

Esta semana fui entrevistado pelo Meio & Mensagem para fazer uma análise retrospectiva de 2008 e falar um pouco sobre as tendências para 2009.

Na matéria completa no M&M há opiniões de outros players do mercado e abaixo publico a íntegra da minha entrevista.

Meio & Mensagem (M&M): Como foi a evolução e amadurecimento no uso de canais digitais em 2008?
Rafael Kiso (RK): Os números mostram que a Internet é o meio que mais cresce entre todas as mídias. 2008 foi o ano do amadurecimento da Web 2.0 como conceito de mudança de comportamento. Grandes empresas investiram em ambientes colaborativos, blogs e ações que chamaram o consumidor para uma conversa mais inteligente e bidirecional.

M&M: O crescimento da agência superou as expectativas inicias? Se sim, a que atribui o resultado?
RK: Sim. No início do ano trabalhávamos com um crescimento planejado de 40%, conforme as projeções mostravam, e crescemos 60%. Esse incremento se deu porque, graças à nossa qualificação em trabalhar a Web 2.0, vencemos as concorrências abertas pela SUN-MRM, empresa do grupo McCann Erickson, e conquistamos duas contas internacionais de peso como Intel e GM (General Motors), que procuravam um trabalho inovador para atingir a geração Y.

M&M: Quais clientes foram conquistados em 2008 com foco em digital?
RK:General Motors, Intel, Embraer, Kopenhagen, Paris Filmes e OceanAir Táxi Aéreo.

M&M: Quais os principais cases digitais de 2008?
RK: Sem dúvidas foram:

  • Intel
  • Eres um Geek (Facebook) – QuizGame para a América Latina com conteúdo criado pelo usuário.
  • Virtual Global Race (VGR) – Competição on-line baseada no GP Brasil de Fórmula 1, que permitia aos jogadores virtuais darem a volta ao mundo, valendo prêmios, entre eles assistir a corrida na Daslu (atingimos a marca de 30 mil usuários no jogo)
  • GM
  • Chevrolet On The Road Again – Plataforma colaborativa de roteiros e experiências de viagem para a Geração Y

M&M: Como está vendo as tendências de formatos para 2009? O que ainda falta evoluir e o que está chegando agora?
RK: Este ano será voltado para as mídias emergentes, que configuram essa nova web, como widgets, aplicações em redes sociais e mobile, que dão sequência à socialização das marcas perante seu público e permitem criar relevância no ambiente certo. A tendência mostra claramente que 2009 será repleto de formatos sociais, para socializar a marca (open brand). Começando pelas tecnologias emergentes:

  • Microbloging – esse formato está em ascensão e 2009 será o ano de evolução, descobertas e muita criatividade em cima dele.
  • Social Search – O Google já tem experimentado isso e a tendência é o SEO evoluir para atender essa nova forma de busca.
  • Folksonomia e Social Tagging – São termos que irão evoluir muito e as pessoas vão passar a usá-los de forma mais intuitiva e correta. Veja o caso do site da ESPN Brasil.
  • Ad Widgets – Nos EUA esse formato já está começando a dominar, e acredito que no Brasil aconteça o mesmo, só que para isso as agências terão de entender um pouco mais de tecnologia.

M&M: Quais as metas para 2009?
RK: Pode ser um ano determinante para o amadurecimento e evolução dos canais digitais e das agências digitais.
O ano de 2009 será fortemente impactado pela conseqüência da crise econômica mundial, ainda mais para as agências que atendem clientes internacionais. Porém, para o mercado digital a crise pode ter um efeito positivo. As pesquisas mais recentes da Forrester Research apontam que os principais anunciantes irão reduzir na média 3% de sua verba, e redimensionar a distribuição dos investimentos na pizza. Porém, o meio on-line deve ter sua fatia ampliada, tomando partes dos outros meios como TV, Revista, Jornal e Rádio, por ser um meio onde se faz mais com menos e com métricas.

Devido a esse cenário futuro, as metas da Focusnetworks são aumentar a sua visibilidade no mercado interno e externo, e crescer organicamente até 45%.

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Mais inovações significa menos decisões do CIO.

por Rafael Kiso em e-Business - 01/08/07.

CEOs podem não entender de tecnologia, mas eles terão um papel crescente nas decisões antes reservadas aos CIOs, a partir que a inovação torna-se o foco em 2006.

Como o papel da tecnologia se move de um mantedor de negócio para um decisor, executivos de fora do departamento de tecnologia estão expandindo seus papeis, especialmente quando as operações e o modelo de negócio de uma empresa são alterados, diz os CEOs, CIOs e analistas.

Usando TI para permitir inovação e desempenho nos negócios é agora o interesse número dois encarado pelos CEOs, sendo o primeiro a segurança, de acordo com Stephen Minton da IDC.

“Administradores de negócios travaram sob o conceito que TI possui mais papel estratégico no jogo do que apenas suporte.” Diz Minton. “Geralmente, CEOs estavam preocupados em começar seus investimentos fora de TI. É uma virada bem-vinda no qual eles estão nos dizendo que estão dirigindo a despesa estratégica.”

Por exemplo, em uma cadeia de três hospitais o CIO toma as decisões do dia-a-dia, mas em cada hospital o CEO mantém o olho na tecnologia que muda o negócio. Nas dependências do hospital, ao menos que seja pura parte técnica de TI, o dono de uma unidade, no qual dirige as decisões no nível de negócio, está tomando as decisões de TI.

Quando você está falando sobre fazer uma grande modificação na maneira de como conduzir o seu negócio, o mesmo será feito do ponto de vista da pessoa no qual percebe o benefício, entende o impacto e pode gerenciar os colaboradores no qual irão usá-lo. O CIO não pode dizer aos colaboradores como trabalhar.

O presidente e o CEO do hospital tomaram a decisão de procurar um novo modelo de negócio para gerenciar o andar de operações e, com a ajuda guiada do CIO, decidiram incorporar um sistema de BPM (Business Process Management) que opere o hospital como varejo.

O papel do CIO nesse processo é desmistificar a tecnologia para o CEO. Eles irão tomar a decisão baseada nos melhores resultados, com segurança e retorno sob o investimento. Você precisa somente guiá-los para a tecnologia que faça o desejado.

Rafael Kiso é sócio-fundador e Diretor de Tecnologia da Focusnetworks Brasil.
rafael.kiso@focusnetworks.com.br

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Web 2.0 além do buzz – dá para sair do hype e entregar ROI?

por Rafael Kiso em e-Business - 01/03/07.

Como diversas tecnologias emergentes, a Web 2.0 continua a atrair mais teorizadores do que disseminar seus conceitos, entregar ROI e sair do hype. Em uma matéria da Reuters publicada pela Revista Info, diz que a Web 2.0 é sucesso que não gera receita. Nesta matéria o foco é os sites como YouTube, Flickr, MySpace e del.icio.us, no qual são sites quase que exclusivos para jovens em busca de entretenimento digital. Até recentemente, muitos aspectos da Web 2.0 foi focado nos consumidores. E é por esse motivo que eu escrevo este artigo, para mostrar, através de minhas pesquisas e experiências, a real importância da Web 2.0 para o mundo dos negócios.

Os negócios também precisam descobrir as vantagens de usar o conceito, tecnologias e ferramentas que a Web 2.0 traz com maior flexibilidade do que as aplicações tradicionais pré-encaixotadas. Enquanto uma definição precisa permanece obscura, irei mostrar as características comuns que tipicamente são compartilhadas por aplicações Web 2.0.
Web 2.0 te ajuda fazer mais com menos

Nem todas as ferramentas Web 2.0 são apropriadas para todas as situações de negócio, mas entender a composição dessas novas tecnologias pode ajudá-lo a decidir quais aspectos da Web 2.0 pode ter impacto em suas operações diárias. Quando você começar a pensar em aplicações web, a primeira coisa que você tem que analisar é como as pessoas estão se colaborando atualmente, e tentar automatizar e facilitar essa colaboração em uma aplicação web. Nesse sentido há uma nova geração de ferramentas e técnicas que pode te ajudar, isso inclui:

  • AJAX – Abreviação para “Asynchronous JavaScript and XML”. É uma técnica de programação que permite os browsers retornar dados dos servidores sem recarregar a página. Isso dá velocidade para as interações dos usuários com as aplicações como mapas e catálogos de compras. Por exemplo, o AJAX pode permitir os compradores clicarem em vários estilos e cores de uma roupa sem que a página se carregue novamente, como se fosse uma aplicação desktop.
  • Blogs – uma abreviação de “Web logs”, ele estão dando voz a todos na Internet. Embora eles geralmente sejam simples diários, algumas empresas usam esse meio para expressar sua liderança, seus pensamentos, desenvolvimentos, e garantir que todos da empresa e os consumidores entendam as novas direções e iniciativas. O Blog serve também como meio de descoberta sobre os seus próprios produtos e serviços através dos comentários dos consumidores.
  • Mashups – São mini aplicações web que combinam conteúdo de múltiplas fontes para criar uma nova aplicação. Por exemplo, uma concessionária rodoviária poderia mostrar em um único recurso a condição do tempo e do trânsito em diversos trechos da rodovia, nesse exemplo essa aplicação utiliza-se de fontes especializadas em condições do tempo, mapas e tráfego, que podem vir cada uma de uma fonte diferente e mostrar para o usuário de forma transparente e única.
  • RSS – Really Simple Syndication são feeds que permitem os usuários assinarem um conteúdo específico e receber automaticamente a cada atualização. Ao invés de ter que visitar diversos sites para verificar novas informações, os usuários podem ter todas as informações mostradas em um único dashboard, no qual pode ser extremamente útil para colaboradores que precisam de informações atualizadas em tempo real para tomar decisões. Por exemplo, poderíamos ter um RSS para cada categoria de um catálogo de produto, no qual quem assinar o feed, sempre terá o seu catálogo com preços e produtos atualizados, sem ter que entrar em contato com você.
  • Tagging – as tags foi originalmente popularizada pelos del.icio.us. O formato Tag usa palavras-chave ao invés de listas seqüenciais ou hierárquicas para achar categorias de assuntos. A saída é bem visual – as palavras mais populares aparecem maiores do que as outras menos populares. Isso faz com que tags sejam ideais para rastrear os interesses dos consumidores. Isso significa que a probabilidade de um usuário entrar no site procurando sobre o assunto que possui a palavra-chave maior é muito grande, e, portanto, isso facilita para ele ache o conteúdo de forma direta. No novo site da Focusnetworks nós aplicamos isso e pretendemos aplicar em diversos clientes.
  • Wikis – Os wikis são ambientes de autoração coletiva que permitem os usuários criarem, atualizarem e criarem vínculos com sites sem usar HTML ou qualquer outra linguagem. O melhor exemplo é a enciclopédia Wikipedia. Mas no ambiente corporativo, os wikis podem ser usados por múltiplas pessoas para atualizar e compartilhar conhecimento através da web.

O Software se tornou um serviço
O conceito de reusar conteúdo prontamente disponível, no qual geralmente é grátis na Internet, está também mudando as percepções de como o software deveria ser. Por usar ferramentas customizáveis como são os wikis ou sites como Google Maps, os softwares estão sendo substituídos por Web services. Os pacotes de softwares são tipicamente projetados para uma faixa pequena de usuários, já os Web services podem ser usados para múltiplas propostas. Para as PMEs, isso criar uma oportunidade atrativa de ter tecnologia disponível para ir de encontro com as necessidades de negócio.

Por exemplo, um gerente de logística necessita planejar a mais eficiente rota para enviar suas mercadorias paras as lojas no nordeste antes que uma chuva forte caia sobre a região. Usando um mashup, o gerente pode criar um dashboard em tempo real somente arrastando informações das condições do tempo fornecidas por um serviço do INPE, mapas online e as informações de estoque da empresa. Essa aplicação combinada pode então ajudá-lo a priorizar as entregas. Similarmente os vendedores poderiam usar um mashup para criar um dashboard que aponta os alvos de venda. Combinando informações de blogs, wikis e feeds de notícias com informações de contato dos clientes, o mashup resultante poderia fornecer um melhor entendimento dos interesses dos clientes.

A Web 2.0 ajudas as empresas preencherem os gaps e construírem novas potencialidades de negócios.
Enquanto o buzz pode fazer as possibilidades da Web 2.0 parecem infinitas, você deve se aproximar da Web 2.0 e usá-la como uma ferramenta de negócio que ainda precisa ser amadurecida para ter um efeito global nos negócios. Para encontrar maneiras de como essas ferramentas podem trazer vantagens competitivas para seus negócios, comece listando seus processos chave e procure por caminhos que os serviços Web 2.0 o ajudem a melhorar esses processos ou preencher os gaps.

Para concluir, tenha em mente que a Web 2.0 não é uma reinvenção da Web 1.0, se é que ela existiu, é na verdade uma evolução natural do mercado de tecnologia, por necessidades globais de aumentar os resultados dos negócios que utilizam o canal Internet.

O grande lance é que o mercado precisava de um termo que definisse a fase de evolução que a Internet está passando. Nesta fase o foco não está na tecnologia, está nas pessoas e o que elas podem fazer com essas novas tecnologias para aumentar a eficiência de seus negócios. Esse é o centro que devemos enxergar como revolução.

Rafael Kiso é sócio-fundador e Diretor de Tecnologia da Focusnetworks Brasil.
rafael.kiso@focusnetworks.com.br

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