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Social 2012 – A Próxima Geração do Social Media Marketing

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, social business - 26/03/12.

Sexta-feira dia 23/3/2012 aconteceu o Seminário $ocial 2.0, onde eu mostrei porque e como as empresas mais inteligentes estão dando um próximo passo em sua estratégia de mídias sociais, e também como tirar vantagem das maiores tendências do social marketing em 2012.

Todos chegaram no dia com as seguintes perguntas: Como ter mais pessoas se engajando e se tornando clientes da empresa? Como as marcas de sucesso fazem para atrair um seguidor fiel? Como gerar ROI e não somente ROE (Retorno sobre Engajamento)?

Bom, somente quem esteve lá no seminário saberá as respostas, mas de qualquer forma eu compartilho aqui o material apresentado. Boa leitura, e qualquer coisa fale comigo!


A Economia das Redes Sociais em 2012
Fique por dentro das estatísticas mais atualizadas e entenda porque as empresas precisam evoluir para um próximo nível de estratégia nas mídias sociais.



Social 2.0 para Negócios
Aprenda como desenvolver um planejamento estratégico de mídias sociais para gerar resultados tangiveis para o negócio e evoluir fãs em clientes compradores.



Social 2.0 para Publicidade e Marketing
Aprenda como as maiores tendências de Social Marketing poderão fazer parte das suas campanhas e ações em 2012.

Quer mais conteúdo das minhas palestras, então acesse: http://www.slideshare.net/rkiso

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Social Media Optimization – Como criar conversas e não anúncios

por Rafael Kiso em social business - 18/10/11.

Will.I.AM do Black Eyed Peas - Social Media Optimization

Já faz um tempo que eu venho evangelizando os clientes em torno da criação de conteúdo para catalizar conversas nas redes sociais. E hoje me deparo com esse artigo publicado no Ad Age, onde o popstar do Black Eyed Peas desafia os profissionais de marketing e publicidade a “criar conversas, não anúncios”. Veja abaixo o artigo na íntegra, e depois dê uma olha na minha apresentação sobre Social Media Optimization (SMO), onde eu explico como fazer essa conversa acontecer.


Por will.i.am, líder da banda Black Eyed Peas
Do Advertising Age

seja lá o que você pense sobre o futuro dos negócios…
seja lá o que você acha que a sua marca significa para as massas…
ou qual for a sua estratégia de marketing para a juventude…
uma coisa é certa: estamos no meio de uma mudança épica…
Sob alguns aspectos, parece que voltamos ao Século XVII, quando todos estavam na corrida para descobrir o novo mundo…
o google são os franceses…
o twitter são os espanhóis…
a microsoft são os holandeses…
os malucos da apple são os portugueses…
os oceanos são a internet e os computadores e softwares são os navios…
e todos eles estão navegando para encontrar e conquistar novas terras…


a mudança está acontecendo por todas as partes…
na política por todo o mundo…
no âmbito corporativo…
no ramo do entretenimento…
nas fábricas…
os setores da economia e as marcas têm que se perguntar:
por que isto está acontecendo?
o que é a causa disto?
se você não se perguntar, não será capaz de se manter relevante quando a energia da transformação terminar…
novos tempos demandam novas ideias…
olhar para o passado não é uma forma de garantir um futuro…
repare nos filmes:
há um novo “planeta dos macacos”, um remake de “conan, o bárbaro”
enquanto na TV, há as novas “panteras” e um novo “hawaii 5-0”…
é como se tivéssemos perdido a capacidade de imaginar…
teriam desaparecido todas as mentes criativas?
ou…
quem foi que parou de investir nos sonhadores?


a indústria da música continua a vender discos de plásticos também conhecidos como álbuns – quando os atuais fãs de música compram ou escutam músicas direto da internet ou por meio de seus celulares…
o presente gira em torno do acesso à representação física do consciente coletivo…
antigamente, a consciência coletiva era um conceito…
hoje em dia, a consciência coletiva está no seu smartphone e se chama twitter…
o twitter é a representação física da consciência coletiva, pela qual pode-se conectar com a consciência de milhões…
você não precisa adivinhar o que se passa na cabeça das pessoas…
as pessoas estão conectadas…
para se manter relevante, você ou o seu negócio ou a sua marca precisam ser parte desta conexão…
é preciso participar das conversas…
ou mesmo começar as conversas…
é preciso inventar ou amplificar culturas…
marcas precisam ouvir a comunidade…


pense nos setores da economia que estão prosperando e naqueles que estão tendo prejuízo…
muitos dos que estão no prejuízo têm apostado nos comerciais de TV e ainda não encontraram novos maneiras de ofertar seus produtos…
os que estão prosperando não têm comerciais mas ainda assim são bem-sucedidos…
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do facebook?
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do zynga?
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do twitter?
ou de algum outro negócio em ascensão que reúna comunidades?
Há todo um novo conceito de marcas e negócios que reúnem comunidades…
Você não precisa utilizar os canais tradicionais para o marketing e a publicidade
Hoje em dia, você precisa transformar um momento em uma força e uma força em um movimento
que não pode ser realizado em um comercial de 30 segundos
é preciso iniciar uma conversa com seus consumidores
então, digo eu, CRIE CONVERSAS E NÃO ANÚNCIOS…
Em 2011, se você quer encontrar seus consumidores, não pode fazer negócios como se estivéssemos em 1991 ou mesmo em 2001
especialmente no mercado para jovens…
o que prendia a sua atenção ontem não vai mais prender a sua atenção hoje ou amanhã…
práticas antigas não resolverão problemas do presente ou do futuro…
os empresários antes iam onde o dinheiro estava
atualmente, para ter um negócio, é preciso ir onde estão as pessoas
pessoas tem o poder de acabar com as marcas ou fazer delas um sucesso


penso que deveríamos evoluir do marketing para o COMMUNITING…
temos comercializado tanto que temos matado as comunidades…
temos comercializado tanto que temos feito mal aos nossos clientes…
temos que conduzir os negócios de uma forma que dê condições e sustente as comunidades…
COMMUNITING tem a ver com a COMUNICAÇÃO entre pessoas e companhias que dão condições e sustentam uma COMUNIDADE…
O COMÉRCIO está nas intersecções dos relacionamentos entre as pessoas e as empresas.
COMMUNITING será o novo padrão:
Se o seu anúncio, plano de marketing ou comunicação não acrescenta, remodela, dá condições ou fortalece a comunidade, então não o leve adiante.

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A Esfera da Marca na Mídia Social – Transmedia Storytelling

por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 26/08/11.

As redes sociais e canais sociais dão às marcas uma gama de oportunidades de marketing para engajar clientes e aqueles que os influenciam. Cada canal oferece uma fórmula para enagajamento onde marcas se tornam estórias e pessoas se tornam contadores de estórias ou storytellers, como é comumente chamado no jargão. Usando uma abordagem transmedia, ou seja, atuar em diversas mídias (rádio, tv, jornal, revista, internet, etc) para contar uma estória, uma marca pode se conectar com clientes de maneiras diferentes através de cada meio, criando uma experiência mais rica e profunda. O Transmedia storytelling não segue as regras tradicionais de publicação, ele abraça o cliente onde eles estão conectados e os colocam numa narrativa. Dentro de qualquer rede, as marcas podem investir em ativos digitais que abrangem cinco tipos de mídia:

  1. Pago: Publicidade digital, banners, links patrocinados
  2. Próprio: Ativos criados, conteúdo customizado
  3. Ganho: Conversas relacionados à marca e conteúdo gerado pelo usuário
  4. Promovido: Veículos promovendo uma promoção dentro do conteúdo
  5. Compartilhado: Plataformas abertas ou comunidades onde clientes co-criam e colaboram com as marcas



Qualquer combinação dessas cinco estratégias de mídia, definem uma nova esfera da marca onde empresas podem capturar atenção, conduzir experiências online, ativar conversas e boca-a-boca, e ajudar clientes em seus desafios ou criar novas oportunidades. Cada canal de mídia se conecta de forma diferente com as pessoas e, portanto, requer uma abordagem dedicada integrando valores tangíveis e intangíveis. Fazendo isso você garantirá um caminho crítico para conteúdo nas mídias sociais: relevância, alcance e ressonância.

Social Media Brandsphere by Brian Solis and Jess3


Fonte: The Conversation Prism by Brian Solis

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20 dicas para fazer sua empresa aparecer nas redes sociais

por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 22/07/11.

Pequenas empresas devem adotar uma estratégia rede para cativar os clientes; Eu fui uma das fontes dessa matéria da Exame, no qual ensina como as PMEs podem usar as principais plataformas sociais.

Exame.com – Facebook, Twitter, Google+. Não tem jeito de ficar parado no mundo das plataformas sociais. Com novas interações e possibilidades a cada dia, os usuários dessas mídias estão propensos a fazer publicidade e até comprar o seu produto. “As redes sociais são ferramentas de comunicação extremamente versáteis”, justifica Edney Souza, coordenador do curso de Educação Executiva em Redes Sociais da Trevisan Escola de Negócios.

Seja com vendas pelo Facebook ou atendendo clientes pelo Twitter, toda empresa deve ter ao menos um perfil para estar ao alcance dos consumidores. “Você pode vender, atender dúvidas e resolver problemas, basta saber exatamente como estas pessoas se expressam”, ensina Gustavo Pereira, gerente da filial da Dinamize no Rio de Janeiro. Mais do que tentar vender, é importante fazer a manutenção da marca. “Todas essas ferramentas, sem exceção, podem e devem ser usadas como canal de relacionamento”, defende Rafael Kiso, diretor de novos negócios da Focusnetworks.

Veja a matéria completa aqui e as 20 dicas.

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Cinco Mitos sobre ações em Mídias Sociais

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes - 13/01/11.

Ao longo de 2010 eu escutei diversas preocupações e afirmações sobre ações em mídias sociais, vindas principalmente dos meus clientes e prospects. Elegi as 5 principais, e escrevo abaixo porque elas são mitos.

Mito 1: Meus clientes não estão nas redes sociais

Esse mito eu escuto o tempo todo, mas ao mostrar as pesquisas recentes do Ibope Mídia, onde o Orkut foi a porta de entrada para a Internet no Brasil e cerca de 60% dos usuários de Internet, sejam eles da classe AB, C ou DE, usam as redes há três ou mais anos, fica fácil comprovar o contrário. Redes sociais é um fenômeno cultural e não há mais volta.

Mito 2: Eu não consigo medir o impacto da mídia social em meu negócio

O retorno sobre investimento nas mídias sociais realmente gerou bastante discussão nesse último ano. Mas, a grande verdade é que as marcas / empresas estão confundindo as métricas de engajamento com as métricas financeiras, e acaba ocasionando esse sentimento. Número de fãs no Facebook, seguidores em Twitter, entre outros, são métricas de engajamento que por sua vez poderão influenciar uma métrica financeira como vendas, número de clientes, número de atendimentos, etc. Somente algumas ações diretamente ligadas a vendas poderão ter um ROI medido de forma direta, caso contrário, as ações no geral se tratarão de marketing e relacionamento.

Mito 3: Eu não tenho tempo para gerenciar as mídias sociais

Aprender a interagir nas redes sociais é algo muito fácil, porque no geral é saber se envolver em conversas com pessoas e filtrar o que é relevante para suas vidas. O desafio maior é sempre postar conteúdo relevante, e isso muitas vezes requer tempo, mas a estratégia mais inteligente é trabalhar com a Inteligência coletiva e contribuições da rede. Isso já criará o engajamento mínimo necessário. Feito isso, você pode usar algumas ferramentas úteis como o HootSuite ou o Ping.fm para gerenciar múltiplos perfis numa única interface. Para o monitoramento, eu recomendo você contratar uma agência ou usar uma ferramenta gratuita como SM2.

Mito 4: Se eu entrar nas mídias sociais pode chover de comentários negativos

Ninguém gosta de ouvir ou ler comentários negativos sobre sua empresa. Essa é a maior preocupação de todos os grandes negócios. Principalmente quando os concorrentes querem boicotá-lo no mercado. Mas a beleza das mídias sociais é a transparência e responsabilidade. Caso alguém reclame, você tem a chance de responder e demonstrar ao mercado sua versão. As pessoas são inteligentes e saberão discernir um baderneiro de um consumidor regular. E mais, mesmo que a sua empresa não esteja nas mídias sociais de forma oficial, seus consumidores com certeza já estão, independente da sua decisão.

Mito 5: Midia social é de graça

Muitos pensam que mídias sociais é fácil como um estalar de dedos, e que não vai custar nada já que tudo está na Internet e de livre uso. Porém, é necessário entender que para fazer direito e não dar um tiro no próprio pé, é necessário investir num bom planejamento digital, que norteie as ações e sirva como roadmap para pelo menos 12 meses. Cada ação envolverá criação e tempo de alguém, e tempo é dinheiro.
Caso você tenha outros mitos, sinta-se à vontade de me mandar que eu publico.
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