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Social Media Optimization – Como criar conversas e não anúncios
por Rafael Kiso em social business - 18/10/11.
Já faz um tempo que eu venho evangelizando os clientes em torno da criação de conteúdo para catalizar conversas nas redes sociais. E hoje me deparo com esse artigo publicado no Ad Age, onde o popstar do Black Eyed Peas desafia os profissionais de marketing e publicidade a “criar conversas, não anúncios”. Veja abaixo o artigo na íntegra, e depois dê uma olha na minha apresentação sobre Social Media Optimization (SMO), onde eu explico como fazer essa conversa acontecer.
Por will.i.am, líder da banda Black Eyed Peas
Do Advertising Age
seja lá o que você pense sobre o futuro dos negócios…
seja lá o que você acha que a sua marca significa para as massas…
ou qual for a sua estratégia de marketing para a juventude…
uma coisa é certa: estamos no meio de uma mudança épica…
Sob alguns aspectos, parece que voltamos ao Século XVII, quando todos estavam na corrida para descobrir o novo mundo…
o google são os franceses…
o twitter são os espanhóis…
a microsoft são os holandeses…
os malucos da apple são os portugueses…
os oceanos são a internet e os computadores e softwares são os navios…
e todos eles estão navegando para encontrar e conquistar novas terras…
a mudança está acontecendo por todas as partes…
na política por todo o mundo…
no âmbito corporativo…
no ramo do entretenimento…
nas fábricas…
os setores da economia e as marcas têm que se perguntar:
por que isto está acontecendo?
o que é a causa disto?
se você não se perguntar, não será capaz de se manter relevante quando a energia da transformação terminar…
novos tempos demandam novas ideias…
olhar para o passado não é uma forma de garantir um futuro…
repare nos filmes:
há um novo “planeta dos macacos”, um remake de “conan, o bárbaro”
enquanto na TV, há as novas “panteras” e um novo “hawaii 5-0”…
é como se tivéssemos perdido a capacidade de imaginar…
teriam desaparecido todas as mentes criativas?
ou…
quem foi que parou de investir nos sonhadores?
a indústria da música continua a vender discos de plásticos também conhecidos como álbuns – quando os atuais fãs de música compram ou escutam músicas direto da internet ou por meio de seus celulares…
o presente gira em torno do acesso à representação física do consciente coletivo…
antigamente, a consciência coletiva era um conceito…
hoje em dia, a consciência coletiva está no seu smartphone e se chama twitter…
o twitter é a representação física da consciência coletiva, pela qual pode-se conectar com a consciência de milhões…
você não precisa adivinhar o que se passa na cabeça das pessoas…
as pessoas estão conectadas…
para se manter relevante, você ou o seu negócio ou a sua marca precisam ser parte desta conexão…
é preciso participar das conversas…
ou mesmo começar as conversas…
é preciso inventar ou amplificar culturas…
marcas precisam ouvir a comunidade…
pense nos setores da economia que estão prosperando e naqueles que estão tendo prejuízo…
muitos dos que estão no prejuízo têm apostado nos comerciais de TV e ainda não encontraram novos maneiras de ofertar seus produtos…
os que estão prosperando não têm comerciais mas ainda assim são bem-sucedidos…
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do facebook?
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do zynga?
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do twitter?
ou de algum outro negócio em ascensão que reúna comunidades?
Há todo um novo conceito de marcas e negócios que reúnem comunidades…
Você não precisa utilizar os canais tradicionais para o marketing e a publicidade
Hoje em dia, você precisa transformar um momento em uma força e uma força em um movimento
que não pode ser realizado em um comercial de 30 segundos
é preciso iniciar uma conversa com seus consumidores
então, digo eu, CRIE CONVERSAS E NÃO ANÚNCIOS…
Em 2011, se você quer encontrar seus consumidores, não pode fazer negócios como se estivéssemos em 1991 ou mesmo em 2001
especialmente no mercado para jovens…
o que prendia a sua atenção ontem não vai mais prender a sua atenção hoje ou amanhã…
práticas antigas não resolverão problemas do presente ou do futuro…
os empresários antes iam onde o dinheiro estava
atualmente, para ter um negócio, é preciso ir onde estão as pessoas
pessoas tem o poder de acabar com as marcas ou fazer delas um sucesso
penso que deveríamos evoluir do marketing para o COMMUNITING…
temos comercializado tanto que temos matado as comunidades…
temos comercializado tanto que temos feito mal aos nossos clientes…
temos que conduzir os negócios de uma forma que dê condições e sustente as comunidades…
COMMUNITING tem a ver com a COMUNICAÇÃO entre pessoas e companhias que dão condições e sustentam uma COMUNIDADE…
O COMÉRCIO está nas intersecções dos relacionamentos entre as pessoas e as empresas.
COMMUNITING será o novo padrão:
Se o seu anúncio, plano de marketing ou comunicação não acrescenta, remodela, dá condições ou fortalece a comunidade, então não o leve adiante.
A Esfera da Marca na Mídia Social – Transmedia Storytelling
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 26/08/11.
As redes sociais e canais sociais dão às marcas uma gama de oportunidades de marketing para engajar clientes e aqueles que os influenciam. Cada canal oferece uma fórmula para enagajamento onde marcas se tornam estórias e pessoas se tornam contadores de estórias ou storytellers, como é comumente chamado no jargão. Usando uma abordagem transmedia, ou seja, atuar em diversas mídias (rádio, tv, jornal, revista, internet, etc) para contar uma estória, uma marca pode se conectar com clientes de maneiras diferentes através de cada meio, criando uma experiência mais rica e profunda. O Transmedia storytelling não segue as regras tradicionais de publicação, ele abraça o cliente onde eles estão conectados e os colocam numa narrativa. Dentro de qualquer rede, as marcas podem investir em ativos digitais que abrangem cinco tipos de mídia:
- Pago: Publicidade digital, banners, links patrocinados
- Próprio: Ativos criados, conteúdo customizado
- Ganho: Conversas relacionados à marca e conteúdo gerado pelo usuário
- Promovido: Veículos promovendo uma promoção dentro do conteúdo
- Compartilhado: Plataformas abertas ou comunidades onde clientes co-criam e colaboram com as marcas
Qualquer combinação dessas cinco estratégias de mídia, definem uma nova esfera da marca onde empresas podem capturar atenção, conduzir experiências online, ativar conversas e boca-a-boca, e ajudar clientes em seus desafios ou criar novas oportunidades. Cada canal de mídia se conecta de forma diferente com as pessoas e, portanto, requer uma abordagem dedicada integrando valores tangíveis e intangíveis. Fazendo isso você garantirá um caminho crítico para conteúdo nas mídias sociais: relevância, alcance e ressonância.
20 dicas para fazer sua empresa aparecer nas redes sociais
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico - 22/07/11.
Pequenas empresas devem adotar uma estratégia rede para cativar os clientes; Eu fui uma das fontes dessa matéria da Exame, no qual ensina como as PMEs podem usar as principais plataformas sociais.
Exame.com – Facebook, Twitter, Google+. Não tem jeito de ficar parado no mundo das plataformas sociais. Com novas interações e possibilidades a cada dia, os usuários dessas mídias estão propensos a fazer publicidade e até comprar o seu produto. “As redes sociais são ferramentas de comunicação extremamente versáteis”, justifica Edney Souza, coordenador do curso de Educação Executiva em Redes Sociais da Trevisan Escola de Negócios.
Seja com vendas pelo Facebook ou atendendo clientes pelo Twitter, toda empresa deve ter ao menos um perfil para estar ao alcance dos consumidores. “Você pode vender, atender dúvidas e resolver problemas, basta saber exatamente como estas pessoas se expressam”, ensina Gustavo Pereira, gerente da filial da Dinamize no Rio de Janeiro. Mais do que tentar vender, é importante fazer a manutenção da marca. “Todas essas ferramentas, sem exceção, podem e devem ser usadas como canal de relacionamento”, defende Rafael Kiso, diretor de novos negócios da Focusnetworks.
Cinco Mitos sobre ações em Mídias Sociais
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes - 13/01/11.
Ao longo de 2010 eu escutei diversas preocupações e afirmações sobre ações em mídias sociais, vindas principalmente dos meus clientes e prospects. Elegi as 5 principais, e escrevo abaixo porque elas são mitos.
Mito 1: Meus clientes não estão nas redes sociais
Mito 2: Eu não consigo medir o impacto da mídia social em meu negócio
Mito 3: Eu não tenho tempo para gerenciar as mídias sociais
Mito 4: Se eu entrar nas mídias sociais pode chover de comentários negativos
Mito 5: Midia social é de graça
Gerenciamento de Comunidades – Você está sem resultados?
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico, social business - 05/07/10.
Recentemente a Forrester publicou um artigo fechado (US$499) chamado “Community Management Checklist” descrevendo quatro passos para planejar o engajamento do usuários em comunidades próprias. Segue abaixo a minha análise e complemento.
Muitas empresas estão lançando suas comunidades em LinkedIn, Facebook, ou até redes sociais próprias no NING, para engajar seus clientes num diálogo em torno de sua empresa, marca, e produtos. No entanto, uma vez lançada, elas geralmente sentem que falharam, pois não há recursos para dar continuidade no engajamento. Ou seja, houve uma falha no planejamento de elementos chave para manter o diálogo, ganhar cada vez mais participação e idéias tão almejadas.
Para garantir a criação de uma comunidade que realmente seja um canal de diálogo, as empresas precisam fazer um checklist mínimo, no qual compreende quatro fases: planejamento, alinhamento, lançamento e manutenção. Essas quatro fases também são conhecidas pelo acrônimo PALM.
- Planejamento: Diagnóstico. Pesquisa. Definição de metas, objetivos e métricas. Estratégia de como explorar as conversas existentes, e tomar decisões.
- Alinhamento: Construir consenso interno entre departamentos, e os processos necessários para gerenciar o diálogo e o conhecimento gerado pelo consumidor.
- Lançamento: Plano de marketing para atrair e reter membros.
- Manutenção: Plano para cultivar relacionamentos com os membros, definição de drives motivadores, e torná-los engajados a marca.
O documento da Forrestes descreve um checklist para aquelas empresas que queiram fazer in house o lançamento dessas comunidades. Porém, o mais recomendável é procurar empresas especializadas em Social Business, como a Focusnetworks, para construir todo esse planejamento e fazer a implantação. Se aventurar de forma caseira nesse universo das mídias digitais tem se mostrado caro para diversas empresas ao redor do mundo, quase sempre o tiro sair pela culatra. Fica aqui a reflexão!



