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Sustentabilidade da Empresa através do Social Business
por Rafael Kiso em Planejamento Estratégico, social business - 16/06/10.
O Social Business é um conceito criado pela Focusnetworks e se resume em como uma empresa pode ser sustentável nos próximos 5 anos em quatro perspectivas corporativas baseada no Balanced Scorecard: Financeiro, Clientes, Processos Internos, Aprendizado & Crescimento, através do Átomo Social Digital.
O pensamento original por trás do Balanced Socrecard foi para ele ser focado na relação entre as informações e a implementação de uma estratégia, e talvez ao longo do tempo houve uma série de quebras de paradigmas entre a forma tradicional de se fazer planejamento estratégico e a forma de desenhar o Balanced Scorecard. Isso ilustra bem os quatro passos requeridos para desenhar um Balanced Scorecard de acordo com o Kaplan & Norton no final dos anos 90:
- Traduzir a visão em metas operacionais;
- Comunicar a visão e linká-la a performance individual;
- Plano de Negócio
- Obter feedback e aprender, e ajustar a estratégia conforme esse aprendizado
Nos dias de hoje e para pelo menos os próximos 5 anos, a Focusnetworks acredita que esses passos vão além de identificar métricas financeiras, não financeiras, e definir indicadores de performance. Nós acreditamos que o Balanced Scorecard deve ser integrado com a nova forma de se criar valor internamente e externamente à empresa. Estamos falando de incluir as redes sociais e seu efeito no processo de comunicação e performance, incluir o conhecimento disponibilizado pelas mídias sociais – leia-se consumidores, funcionários, parceiros, fornecedores e pessoas do trade -na gestão de conhecimento para obter feedback e aprender constantemente em tempo real, incluir essa mesma cadeia no processo colaborativo e co-criar novos produtos, serviços, e até modelos de negócios. Ou seja, integrar o Átomo Social Digital no negócio para ajudar a empresa na gestão estratégica e consequentemente atingir sua visão, tornando-se assim uma empresa social (Social Business DNA).
A Focusnetworks ao implementar um planejamento estratégico digital, considera fundamental levantar os impactos financeiros e não financeiros relacionados ao resultados das ações na Web Social. Podemos considerá-los como ROI (Return on Investment) e ROE (Return on Engajament). Portanto, é preciso entender que há dois tipos de resultados, sendo que o ROI está ligado diretamente com métricas financeiras - vendas, transações, número de clientes – e o ROE está ligado diretamente com métricas de engajamento – seguidores no Twitter, fãs no Facebook, visualizações no YouTube, entre outros. Veja uma lista com mais de 100 maneiras de medir engajamento em ações nas mídias sociais.
As empresas sabem que as redes sociais e as mídias sociais são importantes para seus negócios, mas não sabem o quê e como fazer. Eu espero que este post sirva de norte para você entender que estar nas mídias sociais vai muito além de presença on-line e fortalecimento de marca, é necessário pensar estrategicamente como negócio e se relacionar com toda a cadeia de valor, principalmente o consumidor.
Veja abaixo minha entrevista no programa Conta Corrente especial sobre os 15 anos da Internet e como os negócios mudaram em função das redes sociais. Fui o convidado especial. Programa exibido em 04-06-2010
Social Business DNA de Rafael Kiso é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil.
Based on a work at www.focusnetworks.com.br.
Social Media Marketing – Análise de Cases
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 01/05/10.
Cases positivos e negativos em Mídias Sociais.
Como definir “sucesso” em mídias sociais?
Não adianta fazer ações isoladas e acompanhar somente métricas não financeiras como seguidores do Twitter. É importante fazer um planejamento estratégico interativo, baseado em objetivos de negócio e de marketing, e acompanhar principalmente métricas financeiras.
A Focusnetworks se torna agora uma Agência de Social Business, com o mesmo propósito de sua concepção E-Business 2.0, porém incluindo um novo objetivo: Criar um novo capital estratégico para seus clientes através da co-criação de valores. Levar o cliente para um próximo nível de comunicação e negócios através da mídia social.
Vantagem competitiva através do Social Business
por Rafael Kiso em Geral, Planejamento Estratégico, e-Business - 01/05/10.
A Focusnetworks desde sua concepção foi orientada a transformar os negócios de seus clientes em negócios cada vez mais on-line. Ela nasceu originalmente desenvolvendo soluções web, com uma pegada mais focada em aplicações, sistemas, integrações, ou seja, desafios mais ligados a exatas. Ao longo dos anos, já estamos chegando a 10, observamos que para cumprirmos com a nossa proposta de valor e transformar os negócios dos clientes, nós precisaríamos não só dar ferramentas on-line, mas também trabalhar a experiência dos usuários – leia-se clientes, funcionários, colaboradores – em relação ao contato on-line com a marca, ou seja, o lado humanas. E foi dessa percepção que criarmos a sinergia entre negócios, tecnologia e o marketing, surgindo assim, a primeira Agência de E-Business do Brasil.
Nesse panorama, a Focusnetworks foi sendo reconhecida pela sua posição de trabalhar com projetos complexos, que exige alta capacidade técnica e inove no marketing digital. Um dos projetos que representa bem essa sinergia é o www.ontheroadagain.la, desenvolvido em parceria com a SUN-MRM do grupo McCann Erickson para a Chevrolet da América Latina. O projeto é uma plataforma social de relacionamento com a geração Y, que envolve Google Maps, Flickr, Picasa, Blogs, e permite os usuários compartilharem suas experiências de viagem na web de forma colaborativa.
Porém, desde 2006 a Focusnetworks, sempre estudando o mercado e suas tendências, notou a mudança de comportamento dos usuários em relação às marcas. Com o advento da web e suas grandes conseqüências para o modo de vida pessoal e profissional, as pessoas se tornaram mais imediatistas, informações se tornaram mais valiosos do que bens tangíveis, e a sociedade tribalizou sua cultura em função dos blogs, microblogs, comunidades, ferramentas colaborativas e opinativas. Isso tudo fez com que a relação entre as marcas e seus consumidores mudasse completamente. Não existem mais reis, estamos vivendo a democratização do poder das marcas em relação aos seus consumidores. Eles agora têm poderes e voz ativa na construção de produtos e serviços.
Dessa natureza, lançamos em 2007 a primeira rede social privada do país, o Gente Cia, uma rede social da Cia Athletica para se relacionar com os alunos e os tornar parte da construção de valor da marca. E desde lá a Focusnetworks tem trabalhado em projetos que tornem os negócios dos clientes em negócios cada vez mais on-line, porém, sempre com visão de futuro que incluem as mídias sociais.
Neste ano, a Focusnetworks continuando sua trajetória e seu propósito junto aos seus clientes, entende que o “E-Business” ou “Eletronic Business”, faz muito mais sentido como “S-Business” ou “Social Business”, pois agora os negócios são sociais e não há mais volta. O “Social Business” é entendido por nós como um conceito que engloba o e-business e o marketing digital, porém os transformam em algo mais democrático e colaborativo em relação aos clientes finais, colaboradores, parceiros e fornecedores, através das redes sociais e seu efeito de rede. É a prática de criar valor através da colaboração de toda a cadeia. É a prática de atender expectativas reais do mercado e inovar através da co-criação de experiências.
Portanto, a Focusnetworks se torna agora uma Agência de Social Business, com o mesmo propósito de sua concepção, porém embutindo um novo objetivo: Criar um novo capital estratégico para seus clientes através da co-criação de valores. Levar o cliente para um próximo nível de comunicação e negócios através da mídia social.
As empresas já reconhecem o poder das redes sociais, mas ainda não sabem como integrá-las juntamente com a sua cadeia de valor, principalmente seus consumidores, para maximizar o progresso da empresa. A Focusnetworks permite que as empresas participem das conversas on-line, e transforme idéias em decisões de negócio. As empresas podem contar com a expertise da Focusnetworks para transformar idéias inovadoras em reais soluções de mercado.
A Focusnetworks na prática é uma empresa de soluções corporativas, Enterprise 2.0, que entende de co-criação, inovação, marketing digital, e trabalha em sintonia com as agências tradicionais, agências digitais e provedores de software.
Esse é o começo de uma série de insights que abordarão as tendências e as melhores práticas para o seu negócio se tornar cada vez mais on-line, democrático , social e inovador através do efeito de rede.
Take it to the next level!
Como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, e-Business - 27/11/09.
A ExpoManagement consolidou-se como o evento referência da comunidade executiva brasileira. É o lugar onde se unem as ideias, os pensamentos, as tendências e os maiores experts mundiais do management. E nesse ano a Focusnetworks estará lá, onde eu palestrarei sobre como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais.
A minha palestra será no dia 2 às 15:00 e terá transmissão ao vivo pela internet. Link: http://migre.me/cJ0a
Será uma palestra destinada ao espaço patrocinado pela Symnetics, um espaço inteiro voltado à inovação e co-criação. A abordagem será mostrar como as Redes Sociais podem se configurar como reais ambientes de experiência para estender a base de conhecimento das empresas.
Mas fique atento que eu publicarei aqui o slide após o evento. Melhor ainda, inscreva-se gratuitamente para assistir esta e outras palestras. Link: http://migre.me/cIOS
E-Business de Alto Retorno através da Co-Criação
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia, e-Business - 07/11/09.
A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações
Hoje eu apresentei no Intercon como o ano de 2009 foi o ano das mudanças.
As premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição.
Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
A apresentação visou refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Para quem quiser comprar o livro do Intercon 2009 com os artigos apresentados no evento – http://clubedeautores.com.br/book/7889–InterCon_29
ano de 2009 foi o ano das mudanças, premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição. Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
Este artigo visa refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.






