Mídias Emergentes
E-Business de Alto Retorno através da Co-Criação
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia, e-Business - 07/11/09.
A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações
Hoje eu apresentei no Intercon como o ano de 2009 foi o ano das mudanças.
As premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição.
Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
A apresentação visou refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Para quem quiser comprar o livro do Intercon 2009 com os artigos apresentados no evento – http://clubedeautores.com.br/book/7889–InterCon_29
ano de 2009 foi o ano das mudanças, premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição. Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
Este artigo visa refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Aplicações Mobile de Realidade Aumentada [vídeos]
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Tecnologia - 19/08/09.
Muitas expectativas foram construídas em torno das aplicações para Android e iPhone, onde a maioria ainda não foi aprovada ou lançada, especialmente as aplicações que se utilizam de realidade aumentada.
Essas aplicações combinam dados virtuais com o mundo real utilizando a câmera, bussola e GPS do iPhone 3GS e Android. Algumas dessas aplicações mobile estão disponíveis somente para celulares com Android, mas há rumores que elas estarão disponíveis para iPhone 3GS. Reconhecimento facial, direcionamento, turismo em realidade aumentada.. está tudo por vir!
Para você entender um pouco mais dessa tendência e fenômeno, eu postei aqui seis top aplicações de realidade aumentada para celular. Mas isso é só o começo, imagina o que vem pela frente… você tem alguma idéia? Poste aqui!
1. TwittARound
Quer saber de onde os tweets são escritos? Esse é o TwittARound!
2. Layar
Layae é uma aplicação disponível para celulares com Android. Ele permite desenvolvedores criarem sua própria realidade aumentada adicionando camadas em cima do vídeo do celular. Wikipedia, Google, Twitter, entre outros podem ser vistos através dos olhos! Veja:
3. Nearest Tube
Essa aplicação não é somente uma aplicação legal, ela é útil também. Essa aplicação para iPhone te ajuda a encontrar a estação de metro mais perto. Você não precisa pedir direções, e você nunca ficará perdido. Veja!
4. TAT Augmented ID
Essa aplicação não tem haver com localização, mas sim com pessoas. Ele usa o Flickr e a tecnologia de reconhecimento facial para identificar pessoas e puxar informações de contato. É de se respeitar!
5. SREngine para iPhone
Parecido com a aplicação TAT, mas esse reconhece objetos. Você pode usar ele para reconhecer monumentos, casas, etc.
6. Wikitude AR Travel Guide
Por que contratar um guia turístico se você pode simplesmente segurar seu celular e ter informações sobre o que você está vendo vindo do Wikipedia?
Por que o Twitter merece atenção das Marcas?
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 25/06/09.
Eu já escrevi bastante sobre o Twitter e as marcas no outro post.. este é vem somente a mostrar que as marcas brasileiras estão se movimentando. Veja abaixo os principais modelos de uso (Saiu na Exame). Além desses modelos, também já podemos fazer jogos via Twitter.
Microsoft Bing
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Tecnologia - 12/06/09.
Pela primeira vez a Microsoft dá um passo à frente na Web. Será que o Bing mudará o modelo dos buscadores?
A Microsoft anunciou o Bing no ultimo dia 28 de maio, seu novo buscador que veio para substituir o live.com e enfrentar o Google. E pela primeira vez, em minha opinião, a Microsoft deu um passo certo e a frente de seu maior concorrente. Acho que todos perceberam que o Google demorou a se pronunciar, o Bing foi uma surpresa até mesmo para eles, apesar do CEO do Google dizer “Não acho que a chegada do Bing vá mudar o que estamos fazendo.”
Coincidência ou não, o Google lançou o Google Squared, que demonstra a primeira aventura do buscador na Web 3.0, a web semântica, que estrutura informações não organizadas vindas de diferentes fontes para formar uma representação padronizada dos resultados.
Mas voltando ao Bing, pelos testes que eu fiz, o novo buscador contextualiza melhor os resultados e traz maior relevância na forma de buscar. Segue abaixo as minhas perspectivas de como o Bing se diferencia dos outros buscadores.
- O Bing é focado em entregar respostas, não um monte de páginas e links. Para o Bing, “menos é mais”. Uma pesquisa da Forrester Research, diz que o Bing foi desenvolvido para ajudar os usuários a tomarem decisões e não somente entregar um catálogo de páginas. Por isso também que o Bing possui divisões claras em turismo, filmes, saúde, presentes, entre outros.
- O Bing organiza o resultado pela relevância do usuário e não por algoritmo. Usando uma pesquisa de quais tipos de resultados se provam ser relevante para os usuários, a Microsoft organizou a interface do novo buscador para entregar conteúdo de valor, permitindo o usuário filtrar o conteúdo pelas suas principais características.
O que muda para quem anuncia em buscadores?
- Mais qualidade – A maioria dos anunciantes compra somente no Google e Yahoo porque a Microsoft “tem” somente 8% de audiência no mercado de buscas. Não é o suficiente para valer o investimento dos anunciantes. Mas com o lançamento do Bing, a Microsoft já cresceu 1,7 ponto percentual entre os buscadores, saltando de 13,8% para 15,5% no período analisado, e em sua semana de estréia ele ultrapassou o Yahoo e ficou em segundo lugar em buscas. Portanto, em minha opinião é uma questão de tempo para as pessoas usarem e sentirem maior relevância através do Bing.
- Uma nova necessidade de SEO – Ao invés do Bing mostrar todos os sites que correspondem ao algoritmo de busca, ele mostra somente três resultados para uma subcategoria relacionada a busca. Por exemplo, ao buscar “U2″ o Bing organizará os resultados em subcategoria como “songs”, “tickets”, “merchandise”, “dowloads”, “interview”, “vídeos”, entre outros. Isso significa que as estratégias de SEO precisarão ser revistas para se ajustarem as subcategorias ao invés de focar somente na palavra buscada.
- Os buscadores irão se tornar portais de informação – Os buscadores têm sido usados como um portal para o conteúdo na web. Mas, como um buscador que ajuda nas decisões, o Bing introduz uma busca que realmente entrega conteúdo sem mandar o usuário para outro site. Ao procurar um celular, por exemplo, dá até para comparar os preços dentro do próprio Bing, sem a necessidade de entrar no site destinatário.
De acordo com a Forrester, eles esperam que os outros buscadores sigam o Bing, e isso significará ao mercado um aumento no custo dos anúncios. O que vocês acham?
Para explorar o Bing eu recomendo o fazer na versão em inglês. Em português muitas dessas características não aparecem.
Twittando a sua marca
por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 05/06/09.
Após ser apenas uma novidade, o Twitter está se tornando uma poderosa forma de comunicação, é o que diz a capa de junho de 2009 da revista TIME.
Se você não viveu dentro de uma caverna ultimamente, provavelmente já ouviu muito sobre o Twitter. O utilitário no qual permite seus membros compartilharem comentários curtos uns com os outros, é o novo lugar para se comunicar na Web. O Twitter de repente se tornou a arena digital para pessoas observarem e se engajarem numa cultura pop. É também um lugar onde as marcas podem interagir com seus consumidores diretamente, para reforçar relacionamento com seus clientes leais ou atrair novos seguidores através de seus próprios tweets.
Apesar da presença de mensagens auto patrocinadas, o Twitter continua a ser uma ambiente sem publicidade, livre de um modelo de negócio. No entanto, foi só uma questão de tempo para que o site anunciasse a promessa de uma perspectiva publicitária. No início de Abril, começaram a surgir diversas aplicações no qual os usuários pudessem agregar posts sobre trânsito, promoções na Web, entre outros, proporcionando uma oportunidade única para os anunciantes. Inclusive, numa consciência de mídia social, já há campanhas de empresas lá fora cujo objetivo é aumentar o número de seguidores de seu Twitter.
O Twitter funciona como um veículo livre para uma marca reforçar suas relações públicas através da mídia digital. Por funcionar como um ambiente aberto e social, o Twitter pode fornecer um local de encontro on-line para os usuários, de uma forma que o Facebook e MySpace muitas vezes não podem. O Twitter não é responsável pelo sucesso de tal linha de comunicação, portanto as empresas precisam sabiamente decidir como eles devem usar o serviço para alcançar seus objetivos.
Numa pesquisa realizada pela agência de marketing promocional Bullet, feito com mais de 3.200 internautas, mais de 69% dos consumidores brasileiros que estão no Twitter seguem ou já seguiram marcas no microblog e mais de 53% têm interesse em receber campanhas, desde que sejam relevantes.
Veja a pesquisa no SlideShare
http://www.slideshare.net/bullet_promo/twitter-no-brasil-1453989
Veja o Censo de usuários de Twitter no Brasil
http://www.twittercentral.com.br/censo/
Empresas como JetBlue, Dell e Tecnisa, se aproveitam da popularidade da ferramenta para tornar virais suas promoções. No caso da Dell, o perfil brasileiro promove ofertas diárias que duram 3 horas, além de destacar promoções e lançamentos para compras on-line. Já a JetBlue, além de promoções, eles também avisam os passageiros sobre atrasos de voos.
Em uma jogada ousada em março deste ano, a marca Skittles decidiu dar o controle de seu site para os consumidores. A home page, Skittles.com, foi relançada e se tornou um menu que envia o visitante para outros sites com conteúdos gerados por usuários. Por exemplo, o link “Media” leva o usuário para o canal da marca no YouTube, o “Friends” leva o usuário para a página oficial no Facebook, o “Chatter” levava o usuário para o página da marca no Twitter. O menu navegador do site por sua vez fica fixo acima de todas as páginas.
Independentemente de quão inovador essa iniciativa pode parecer, a Skittles descobriu rapidamente que nem todo mundo respondeu favoravelmente. Muitos usuários do Twitter expressaram que se sentiram insultados pelo fato da marca ter assumido que não haveria nenhum conteúdo negativo postado nesses sites sociais. Alguns deles postaram comentários negativos e em tons sarcásticos para prejudicar a marca. Em resposta, a páginas do Skittles.com logo cessou a página do Twitter, e no lugar direcionou os usuários para a página de resultados do Twitter para o termo “Skittles”, mostrando assim posts diversos que não necessariamente envolve a marca.
Essa campanha parece apontar para dois aprendizados pertinentes sobre como as marcas interagem com a mídia social, particularmente com o Twitter. Primeiro, as marcas precisam estar abertas para o fato de que dar controle aos usuários é estar preparado para negatividade. Tem que ser automático assumir que o feedback pela perspectiva das mídias sociais pode ser negativo. Segundo, o público parece muito desiludido com a publicidade em mídias sociais, portanto, eles sempre vão reclamar quando isso acontecer. Mantenha em mente que os usuários do Twitter tem a escolha de seguir ou não você, os anunciantes precisam perceber que diante da oportunidade de falar sobre sua marca, a intenção do público geralmente não é promover e sim negativar.
O mais importante disso tudo é que o Twitter está invadindo a comunicação e mudando as regras de engajamento na Web. É necessário ser relevante e original para twittar sua marca. O que você está esperando, já twittou hoje?
Tudo o que você precisa saber para twittar bem! – http://is.gd/PiI7
10 Ferramentas complementares para o serviço de microblog – http://is.gd/PkjG





