Mídias Emergentes

Foursquare – Saindo do 0 a 10 milhões de usuários

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 19/07/11.

Vejam abaixo o infográfico animado que o Foursquare publicou ao atingir 10.000.000 de usuários em apenas 2 anos. Isso mostra mais uma vez a forma das mídias socias, e ainda mostra a tendência clara de serviços baseados em geolocalização. O futuro da publicidade e dos negócios passa pelo LBS (Location-based services). Leia esse artigo da PCWorld para entender melhor esse futuro.

Veja também as cinco melhores aplicações do LBS, selecionadas através de um concurso da Mashable.

Veja o infográfico animado para entender como foi o crescimento do Foursquare no mundo.

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A Realidade por trás do Check-In

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 13/05/11.

Você já deve ter se questionado sobre a efetividade das aplicações baseadas em localização para ações de publicidade. Para tirar algumas conclusões e insights, veja abaixo um estudo apresentado na Social Loco Conference 2011 sobre os hábitos de check-in na população dos EUA.

O resultado nos dá algumas idéias do que pode motivar os consumidores da massa usarem aplicações como Foursquare e Facebook Places. É possível também perceber alguns desafios para que a adoção de tal tecnologia aconteça.

Quais apps as pessoas estão usando?

  • 90% Facebook Places
  • 31% Twitter
  • 22% Foursquare
  • 6% Yelp ou Gowalla
  • 55% das pessoas nunca usaram o check-in, mas usariam o Facebook Places
  • 40% fariam check-in usando o Groupon
  • 6% considera usar o Foursquare

Por que as pessoas fariam Check-in?

  • 54% dos early adopters e 41% dos consumidores citaram que fariam check-in para obter descontos ou vantagens numa compra.
  • Para pessoas que já fazem check-in regularmente, a principal razão seria conhecer amigos (33%), conhecer sobre o local (32%), promover o local (30%), e conquistar uma medalha ou se tornar mayor (21%).
  • Para o consumidor da massa, depois de descontos, a próxima motivação seria conhecer mais sobre o local e ver dicas (19%).
  • 99% dos consumidores não enxergam motivação no simples fato de ganhar uma medalha ou se tornar mayor.

Onde as pessoas fazem check-in

  • Consumidores que já fazem check-in com frequência, geralmente o faz em lugares que vendem comida ou bebida, sendo os principais destinos os restaurantes (53%), cafés (40%), hotéis (38%), e bares/baladas (36%).
  • Para o consumidor da massa, o destino de check-in mais mencionado foi a casa de amigos ou família (35%), seguido de restaurantes (33%), novas cidades (27%), e grandes varejos como Walmart (23%).

O que isso significa para as marcas?

  1. As marcas precisam adotar uma estratégia de mídia social que inclua a localização para engajar os consumidores através de seus dispositivos móveis como smartphones e tablets.
  2. Há uma oportunidade para as grandes marcas engajarem seus consumidores em aplicações baseadas em localização através da combinação de diversas motivações (descontos, dicas, promoção, amigos)
  3. Para ir além dos early adopters e alcançar os consumidores da massa, as marcas devem focar suas estratégias em torno do Facebook como a plataforma que será cada vez mais adotada.

Veja o post original do blog Beyond.

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Cinco Mitos sobre ações em Mídias Sociais

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes - 13/01/11.

Ao longo de 2010 eu escutei diversas preocupações e afirmações sobre ações em mídias sociais, vindas principalmente dos meus clientes e prospects. Elegi as 5 principais, e escrevo abaixo porque elas são mitos.

Mito 1: Meus clientes não estão nas redes sociais

Esse mito eu escuto o tempo todo, mas ao mostrar as pesquisas recentes do Ibope Mídia, onde o Orkut foi a porta de entrada para a Internet no Brasil e cerca de 60% dos usuários de Internet, sejam eles da classe AB, C ou DE, usam as redes há três ou mais anos, fica fácil comprovar o contrário. Redes sociais é um fenômeno cultural e não há mais volta.

Mito 2: Eu não consigo medir o impacto da mídia social em meu negócio

O retorno sobre investimento nas mídias sociais realmente gerou bastante discussão nesse último ano. Mas, a grande verdade é que as marcas / empresas estão confundindo as métricas de engajamento com as métricas financeiras, e acaba ocasionando esse sentimento. Número de fãs no Facebook, seguidores em Twitter, entre outros, são métricas de engajamento que por sua vez poderão influenciar uma métrica financeira como vendas, número de clientes, número de atendimentos, etc. Somente algumas ações diretamente ligadas a vendas poderão ter um ROI medido de forma direta, caso contrário, as ações no geral se tratarão de marketing e relacionamento.

Mito 3: Eu não tenho tempo para gerenciar as mídias sociais

Aprender a interagir nas redes sociais é algo muito fácil, porque no geral é saber se envolver em conversas com pessoas e filtrar o que é relevante para suas vidas. O desafio maior é sempre postar conteúdo relevante, e isso muitas vezes requer tempo, mas a estratégia mais inteligente é trabalhar com a Inteligência coletiva e contribuições da rede. Isso já criará o engajamento mínimo necessário. Feito isso, você pode usar algumas ferramentas úteis como o HootSuite ou o Ping.fm para gerenciar múltiplos perfis numa única interface. Para o monitoramento, eu recomendo você contratar uma agência ou usar uma ferramenta gratuita como SM2.

Mito 4: Se eu entrar nas mídias sociais pode chover de comentários negativos

Ninguém gosta de ouvir ou ler comentários negativos sobre sua empresa. Essa é a maior preocupação de todos os grandes negócios. Principalmente quando os concorrentes querem boicotá-lo no mercado. Mas a beleza das mídias sociais é a transparência e responsabilidade. Caso alguém reclame, você tem a chance de responder e demonstrar ao mercado sua versão. As pessoas são inteligentes e saberão discernir um baderneiro de um consumidor regular. E mais, mesmo que a sua empresa não esteja nas mídias sociais de forma oficial, seus consumidores com certeza já estão, independente da sua decisão.

Mito 5: Midia social é de graça

Muitos pensam que mídias sociais é fácil como um estalar de dedos, e que não vai custar nada já que tudo está na Internet e de livre uso. Porém, é necessário entender que para fazer direito e não dar um tiro no próprio pé, é necessário investir num bom planejamento digital, que norteie as ações e sirva como roadmap para pelo menos 12 meses. Cada ação envolverá criação e tempo de alguém, e tempo é dinheiro.
Caso você tenha outros mitos, sinta-se à vontade de me mandar que eu publico.
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Experimentos com Mídia Social

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, social business - 13/07/10.

Eu preciso admitir que já não estou mais tão impressionado com as ações em mídias sociais, ainda mais agora que muitas marcas descobriram o Facebook e o Foursquare. Em geral o que vem acontecendo é o eterno processo de correr atrás de uma tendência, que quando cai a ficha já não é mais tendência,  e fazer o que outros já estão fazendo. Raramente vemos algo originalmente novo aproveitando o conceito, que nesse caso é a mídia social.

Mas recentemente, em junho deste ano, a Diesel instalou em algumas de suas lojas na Espanha um Espelho Facebook dentro dos provadores.
Imagem de Amostra do You Tube
O vídeo não explorou muito o lado inovador da ação e perdeu muito tempo mostrando a instalação do toten, mas, o que vale é o resultado das pessoas tirando fotos e compartilhando-as na rede social. É algo que pode ser evoluído para um processo de e-commerce social físico digital, onde você prova a roupa e seus contatos através da rede social podem aprovar ou não seu novo look, mas isso é só uma idéia que me ocorreu aqui.

De qualquer forma a idéia deles foi bem original e relevante para o usuário, já que todas as pessoas estão acostumadas a tirar fotos com celulares em qualquer lugar, e a moda em si já é um processo social. Além disso, esse experimento é um indício mais claro de social business, pois a Diesel está introduzindo o átomo social em seu negócio.

E você compartilharia sua foto com uma nova roupa no Facebook ou Twitter? O que você acha desse experimento?
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Qual é o perfil Tecnografico Social dos seus clientes?

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, social business - 19/05/10.

As empresas geralmente entram nas mídias sociais executando uma estratégia de trás para frente, focando em tecnologias e sites específicos – desenvolvendo um blog aqui, um perfil no Twitter ali, uma página no Facebook – para tentar atingir algum resultado infundado. Uma estratégia mais coerente e correta seria começar tirando uma fotografia do que estão falando sobre a sua marca, produtos ou serviços nas mídias sociais, analisar, definir os públicos de interesse baseado nos seus perfis tecnograficos sociais, definir objetivos de negócios e de marketing, definir metas e métricas, para depois de tudo isso definir as ações / iniciativas baseadas em tecnologias e sites específicos.

Podemos considerar que a parte mais importante dentre todas as importantes, é a definição dos públicos de interesse e seu perfil tecnografico social. Isso determinará qual será o tipo de relacionamento você vai construir com eles, baseado no amadurecimento deles dentro das mídias sociais.

Descrição do Perfil Tecnografico Social

Descrição do Perfil Tecnografico Social

Veja abaixo uma ferramenta da Forrester que você pode usar para ajudar nessa definição. Infelizmente não há uma pesquisa para o Brasil, mas você pode fazer essa pesquisa com seus clientes.

Veja também o gráfico de evolução dos adultos on-line nos EUA. Isso demonstra a tendência de crescimento da participação dos usuários como criadores e críticos.

Compração do Perfil Tecnografico Social dos adultos americanos

Compração do Perfil Tecnografico Social dos adultos americanos

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