Mídias Emergentes

Como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, e-Business - 27/11/09.

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A ExpoManagement consolidou-se como o evento referência da comunidade executiva brasileira. É o lugar onde se unem as ideias, os pensamentos, as tendências e os maiores experts mundiais do management. E nesse ano a Focusnetworks estará lá, onde eu palestrarei sobre como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais.

A minha palestra será no dia 2 às 15:00 e terá transmissão ao vivo pela internet. Link: http://migre.me/cJ0a

Será uma palestra destinada ao espaço patrocinado pela Symnetics, um espaço inteiro voltado à inovação e co-criação. A abordagem será mostrar como as Redes Sociais podem se configurar como reais ambientes de experiência para estender a base de conhecimento das empresas.

Mas fique atento que eu publicarei aqui o slide após o evento. Melhor ainda, inscreva-se gratuitamente para assistir esta e outras palestras. Link: http://migre.me/cIOS

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E-Business de Alto Retorno através da Co-Criação

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia, e-Business - 07/11/09.

A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações

A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações

Hoje eu apresentei no Intercon como o ano de 2009 foi o ano das mudanças.

As premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição.

Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.

Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.

A apresentação visou refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.

Para quem quiser comprar o livro do Intercon 2009 com os artigos apresentados no evento – http://clubedeautores.com.br/book/7889–InterCon_29

ano de 2009 foi o ano das mudanças, premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição. Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.

Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.

Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.

Este artigo visa refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.

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Aplicações Mobile de Realidade Aumentada [vídeos]

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Tecnologia - 19/08/09.

Muitas expectativas foram construídas em torno das aplicações para Android e iPhone, onde a maioria ainda não foi aprovada ou lançada, especialmente as aplicações que se utilizam de realidade aumentada.

Essas aplicações combinam dados virtuais com o mundo real utilizando a câmera, bussola e GPS do iPhone 3GS e Android. Algumas dessas aplicações mobile estão disponíveis somente para celulares com Android, mas há rumores que elas estarão disponíveis para iPhone 3GS. Reconhecimento facial, direcionamento, turismo em realidade aumentada.. está tudo por vir!

Para você entender um pouco mais dessa tendência e fenômeno, eu postei aqui seis top aplicações de realidade aumentada para celular. Mas isso é só o começo, imagina o que vem pela frente… você tem alguma idéia? Poste aqui!

1. TwittARound

Quer saber de onde os tweets são escritos? Esse é o TwittARound!

2. Layar

Layae é uma aplicação disponível para celulares com Android. Ele permite desenvolvedores criarem sua própria realidade aumentada adicionando camadas em cima do vídeo do celular. Wikipedia, Google, Twitter, entre outros podem ser vistos através dos olhos! Veja:

3. Nearest Tube

Essa aplicação não é somente uma aplicação legal, ela é útil também. Essa aplicação para iPhone te ajuda a encontrar a estação de metro mais perto. Você não precisa pedir direções, e você nunca ficará perdido. Veja!

4. TAT Augmented ID

Essa aplicação não tem haver com localização, mas sim com pessoas. Ele usa o Flickr e a tecnologia de reconhecimento facial para identificar pessoas e puxar informações de contato. É de se respeitar!

5. SREngine para iPhone

Parecido com a aplicação TAT, mas esse reconhece objetos. Você pode usar ele para reconhecer monumentos, casas, etc.

6. Wikitude AR Travel Guide

Por que contratar um guia turístico se você pode simplesmente segurar seu celular e ter informações sobre o que você está vendo vindo do Wikipedia?

TwittARound
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Por que o Twitter merece atenção das Marcas?

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 25/06/09.

Eu já escrevi bastante sobre o Twitter e as marcas no outro post.. este é vem somente a mostrar que as marcas brasileiras estão se movimentando. Veja abaixo os principais modelos de uso (Saiu na Exame). Além desses modelos, também já podemos fazer jogos via Twitter.

Modelos de Uso no Twitter

Modelos de Uso no Twitter

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Microsoft Bing

por Rafael Kiso em Mídias Emergentes, Tecnologia - 12/06/09.

Pela primeira vez a Microsoft dá um passo à frente na Web. Será que o Bing mudará o modelo dos buscadores?

Microsoft Bing

Microsoft Bing

A Microsoft anunciou o Bing no ultimo dia 28 de maio, seu novo buscador que veio para substituir o live.com e enfrentar o Google. E pela primeira vez, em minha opinião, a Microsoft deu um passo certo e a frente de seu maior concorrente. Acho que todos perceberam que o Google demorou a se pronunciar, o Bing foi uma surpresa até mesmo para eles, apesar do CEO do Google dizer “Não acho que a chegada do Bing vá mudar o que estamos fazendo.”

Coincidência ou não, o Google lançou o Google Squared, que demonstra a primeira aventura do buscador na Web 3.0, a web semântica, que estrutura informações não organizadas vindas de diferentes fontes para formar uma representação padronizada dos resultados.

Mas voltando ao Bing, pelos testes que eu fiz, o novo buscador contextualiza melhor os resultados e traz maior relevância na forma de buscar. Segue abaixo as minhas perspectivas de como o Bing se diferencia dos outros buscadores.

  • O Bing é focado em entregar respostas, não um monte de páginas e links. Para o Bing, “menos é mais”. Uma pesquisa da Forrester Research, diz que o Bing foi desenvolvido para ajudar os usuários a tomarem decisões e não somente entregar um catálogo de páginas. Por isso também que o Bing possui divisões claras em turismo, filmes, saúde, presentes, entre outros.
  • O Bing organiza o resultado pela relevância do usuário e não por algoritmo. Usando uma pesquisa de quais tipos de resultados se provam ser relevante para os usuários, a Microsoft organizou a interface do novo buscador para entregar conteúdo de valor, permitindo o usuário filtrar o conteúdo pelas suas principais características.

O que muda para quem anuncia em buscadores?

  • Mais qualidade – A maioria dos anunciantes compra somente no Google e Yahoo porque a Microsoft “tem” somente 8% de audiência no mercado de buscas. Não é o suficiente para valer o investimento dos anunciantes. Mas com o lançamento do Bing, a Microsoft já cresceu 1,7 ponto percentual entre os buscadores, saltando de 13,8% para 15,5% no período analisado, e em sua semana de estréia ele ultrapassou o Yahoo e ficou em segundo lugar em buscas. Portanto, em minha opinião é uma questão de tempo para as pessoas usarem e sentirem maior relevância através do Bing.
  • Uma nova necessidade de SEO – Ao invés do Bing mostrar todos os sites que correspondem ao algoritmo de busca, ele mostra somente três resultados para uma subcategoria relacionada a busca. Por exemplo, ao buscar “U2″ o Bing organizará os resultados em subcategoria como “songs”, “tickets”, “merchandise”, “dowloads”, “interview”, “vídeos”, entre outros. Isso significa que as estratégias de SEO precisarão ser revistas para se ajustarem as subcategorias ao invés de focar somente na palavra buscada.
  • Os buscadores irão se tornar portais de informação – Os buscadores têm sido usados como um portal para o conteúdo na web. Mas, como um buscador que ajuda nas decisões, o Bing introduz uma busca que realmente entrega conteúdo sem mandar o usuário para outro site. Ao procurar um celular, por exemplo, dá até para comparar os preços dentro do próprio Bing, sem a necessidade de entrar no site destinatário.

De acordo com a Forrester, eles esperam que os outros buscadores sigam o Bing, e isso significará ao mercado um aumento no custo dos anúncios. O que vocês acham?

Para explorar o Bing eu recomendo o fazer na versão em inglês. Em português muitas dessas características não aparecem.

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