Geral
Engajamento ao estilo japonês!
por Rafael Kiso em Criação, Geral, Tecnologia - 31/01/10.
Uma celebração sensacional do novo mundo onde o tamanho do dispositivo de gravação não é documento. A Verbatim lançou no Japão um site que desafia qualquer site já publicado até o momento. Ele é um sinônimo de como engajar o consumidor e ao mesmo tempo passar a mensagem da marca.
O site traz como novidade um campeonato chamado “Media Monsters”, onde você pode criar seu próprio monstro e ter como membros pen drives, memory cards, HDs, e lutar contra outros monstros. O mais impressionante é o ponto em que eles chegaram utilizando o Flash e ActionScript. Ao mesmo tempo em que o site é minimalista e clean, a programação para realizar os cálculos e as formas são uma obra de arte.
Divirta-se e lute contra o meu bichinho RK3!
http://www.verbatim.jp/senshuken/?id=1076863
Grátis é o Futuro dos Negócios?
por Rafael Kiso em Geral, Planejamento Estratégico, e-Business - 31/08/09.
Numa jogada de marketing, o grátis emergiu como uma economia de pleno direito. Oferecer música grátis trouxe êxito para o Radiohead, por exemplo, que depois disso faz surgir um enxame de outras bandas no MySpace com o mesmo formato. Outro exemplo é o Google, praticamente tudo o que ele faz é grátis para os consumidores.
O surgimento do “freeconomics” ou “economia do grátis” está sendo protagonizada pelas rupturas que a web trouxe para os negócios. Por causa disso, a tendência determina que o custo de fazer negócios no “presente futuro” chegue à zero. Pelo menos é essa a teoria do novo livro do Chris Anderson chamado FREE: The Future of a Radical Price. Ele que é também autor do best seller The Longtail.
O interessante é que o livro Free também está disponível para consulta e download na internet. O livro, que trata da evolução nos modelos de negócios e geração de receita na era digital, já está disponível gratuitamente no formato Scribd (versão embutida abaixo) e Google Books. O autor também oferece o livro no formato de audiobook, disponível para downoad em formato MP3.
Mas quem não quer gastar muito tempo lendo o livro, pode ler a resenha publicada pelo The Wall Street Journal. E também pode ver o vídeo do Chris discutindo sobre o FREE.
Há também um artigo ótimo da Época Negócios que dá dicas de como vender nesse novo mundo grátis. Os produtos deverm ficar cada vez mais baratos nesse conceito, já os serviços… E você, também acha que o futuro dos negócios é ser grátis?
Google Caffeine – O que você precisa saber
por Rafael Kiso em Geral, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 14/08/09.
Como vocês já sabem, o Google está se preparando para lançar uma nova versão do motor de busca, conhecida como Google Caffeine. Essa mudança na infra-estrutura do motor mudará os resultados de uma busca no Google, ou seja, os critérios para exibir o ranking de sites foram atualizados de maneira mais notável. Portanto, isso também mudará a forma de se fazer SEO (Search Engine Optimization) .
O projeto ainda está em testes, mas já dá para acessar a versão em desenvolvimento para uso público. Você pode não ver muitas diferenças imediatamente, mas eles garantem que um upgrade completo foi feito. As atualizações mais aparentes são velocidade de indexação e um pouco mais de compreensão pelo que se está buscando.
Portanto, o que todos querem saber? Todo mundo perderá ou ganhará Page rank? O que é possível fazer para se preparar? Assista ao vídeo abaixo e escute as respostas do Google.
O que o Google acha do Twitter?
por Rafael Kiso em Geral, Tecnologia - 11/08/09.
Quando você começa a digitar uma busca no Google, versão em inglês, caso você tenha o recurso de auto completar habilitado, ele mostrará recomendações de palavras complementares ao que você está escrevendo. Portanto, por exemplo, se você escrever “Twitter is” para saber o que é o Twitter, os resultados são um pouco suspeito. O Google irá sugerir que o Twitter é retardado, lento, sem utilidade, e por aí vai! Veja:
Comece a digitar outras coisas como “Google is”, “Orkut is”, e dê boas risadas.
Redes Sociais Corporativas
por Rafael Kiso em Geral, Planejamento Estratégico, e-Business - 31/07/09.
Como captar conhecimento interno antes de botar a cara na Web?
Se você ainda está confortável com o status quo da sua marca, talvez ainda não tenha recebido o recado do novo mundo criado pela web. Esse novo mundo criado por indivíduos com poder de massa, é um espaço no qual as marcas não podem controlar, podem somente visitar. Isto é, caso elas não se envolvam de forma rica, profunda e significativa com esse novo poder constituído por consumidores.
Algumas características de uma boa marca nunca mudam. Isso inclui design distinto e holístico, que carrega um pacote de mensagens. Produtos inovadores que antecipam as necessidades dos consumidores, experiências com a marca que refletem uma ressonância emocional, e marcas que propagam um estilo de vida. Tudo isso é um passaporte para uma esfera social que vai além da necessidade do consumo em si, onde pertencer se torna mais importante do que ter. Esses são códigos que comunicam e criam um senso de comunidade. O exemplo mais clássico disso é a Apple, ninguém compra Apple para ter e sim para pertencer a uma comunidade cheia de valores que os distingue no estilo de vida.
Embora as marcas mais bem sucedidas sejam aqueles que promovem um senso distinto de comunidade em volta de seus produtos, para os consumidores de hoje, a associação de comunidade e distinção pela marca não é o suficiente. Agora, antes, durante e depois da compra, o consumidor está engajado diretamente uns com os outros através de blogs, avaliações, twitts, comentários, tagging. Eles estão compartilhando opiniões, acreditando na sua própria criatividade, e medindo o controle das mensagens e valores que as marcas propagam.
Para que as marcas sobrevivam a essa mudança na relação com seus consumidores, elas precisam engajar as tribos em seu próprio território, criar um rede social interna para colaboradores é mais prudente no primeiro momento. Assim, a empresa cria uma cultura social e se prepara melhor para ser uma marca aberta e transparente. Feito isso, as marcas precisam colaborar com as comunidades em que possuem afinidade, e depois criar algumas comunidades próprias na Web, ou seja, botar a cara para bater.
Por que ainda há tantas marcas lentas a reagir a isso tudo? Por que há marcas aparentemente fechadas a um diálogo inteligente de duas vias entre eles mesmos e seus consumidores?
Escute um podcast bacana da IDG Now! que eu ouvi esta semana, no qual o Mauro Segura da IBM comenta como captar e compartilhar conhecimento interno através de redes sociais.



