e-Business
Vantagem competitiva através do Social Business
por Rafael Kiso em e-Business, Geral, Planejamento Estratégico - 01/05/10.
A Focusnetworks desde sua concepção foi orientada a transformar os negócios de seus clientes em negócios cada vez mais on-line. Ela nasceu originalmente desenvolvendo soluções web, com uma pegada mais focada em aplicações, sistemas, integrações, ou seja, desafios mais ligados a exatas. Ao longo dos anos, já estamos chegando a 10, observamos que para cumprirmos com a nossa proposta de valor e transformar os negócios dos clientes, nós precisaríamos não só dar ferramentas on-line, mas também trabalhar a experiência dos usuários – leia-se clientes, funcionários, colaboradores – em relação ao contato on-line com a marca, ou seja, o lado humanas. E foi dessa percepção que criarmos a sinergia entre negócios, tecnologia e o marketing, surgindo assim, a primeira Agência de E-Business do Brasil.
Nesse panorama, a Focusnetworks foi sendo reconhecida pela sua posição de trabalhar com projetos complexos, que exige alta capacidade técnica e inove no marketing digital. Um dos projetos que representa bem essa sinergia é o www.ontheroadagain.la, desenvolvido em parceria com a SUN-MRM do grupo McCann Erickson para a Chevrolet da América Latina. O projeto é uma plataforma social de relacionamento com a geração Y, que envolve Google Maps, Flickr, Picasa, Blogs, e permite os usuários compartilharem suas experiências de viagem na web de forma colaborativa.
Porém, desde 2006 a Focusnetworks, sempre estudando o mercado e suas tendências, notou a mudança de comportamento dos usuários em relação às marcas. Com o advento da web e suas grandes conseqüências para o modo de vida pessoal e profissional, as pessoas se tornaram mais imediatistas, informações se tornaram mais valiosos do que bens tangíveis, e a sociedade tribalizou sua cultura em função dos blogs, microblogs, comunidades, ferramentas colaborativas e opinativas. Isso tudo fez com que a relação entre as marcas e seus consumidores mudasse completamente. Não existem mais reis, estamos vivendo a democratização do poder das marcas em relação aos seus consumidores. Eles agora têm poderes e voz ativa na construção de produtos e serviços.
Dessa natureza, lançamos em 2007 a primeira rede social privada do país, o Gente Cia, uma rede social da Cia Athletica para se relacionar com os alunos e os tornar parte da construção de valor da marca. E desde lá a Focusnetworks tem trabalhado em projetos que tornem os negócios dos clientes em negócios cada vez mais on-line, porém, sempre com visão de futuro que incluem as mídias sociais.
Neste ano, a Focusnetworks continuando sua trajetória e seu propósito junto aos seus clientes, entende que o “E-Business” ou “Eletronic Business”, faz muito mais sentido como “S-Business” ou “Social Business”, pois agora os negócios são sociais e não há mais volta. O “Social Business” é entendido por nós como um conceito que engloba o e-business e o marketing digital, porém os transformam em algo mais democrático e colaborativo em relação aos clientes finais, colaboradores, parceiros e fornecedores, através das redes sociais e seu efeito de rede. É a prática de criar valor através da colaboração de toda a cadeia. É a prática de atender expectativas reais do mercado e inovar através da co-criação de experiências.
Portanto, a Focusnetworks se torna agora uma Agência de Social Business, com o mesmo propósito de sua concepção, porém embutindo um novo objetivo: Criar um novo capital estratégico para seus clientes através da co-criação de valores. Levar o cliente para um próximo nível de comunicação e negócios através da mídia social.
As empresas já reconhecem o poder das redes sociais, mas ainda não sabem como integrá-las juntamente com a sua cadeia de valor, principalmente seus consumidores, para maximizar o progresso da empresa. A Focusnetworks permite que as empresas participem das conversas on-line, e transforme idéias em decisões de negócio. As empresas podem contar com a expertise da Focusnetworks para transformar idéias inovadoras em reais soluções de mercado.
A Focusnetworks na prática é uma empresa de soluções corporativas, Enterprise 2.0, que entende de co-criação, inovação, marketing digital, e trabalha em sintonia com as agências tradicionais, agências digitais e provedores de software.
Esse é o começo de uma série de insights que abordarão as tendências e as melhores práticas para o seu negócio se tornar cada vez mais on-line, democrático , social e inovador através do efeito de rede.
Take it to the next level!
Como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais
por Rafael Kiso em e-Business, Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico - 27/11/09.
A ExpoManagement consolidou-se como o evento referência da comunidade executiva brasileira. É o lugar onde se unem as ideias, os pensamentos, as tendências e os maiores experts mundiais do management. E nesse ano a Focusnetworks estará lá, onde eu palestrarei sobre como desenvolver diferenciais inovadores através das Redes Sociais.
A minha palestra será no dia 2 às 15:00 e terá transmissão ao vivo pela internet. Link: http://migre.me/cJ0a
Será uma palestra destinada ao espaço patrocinado pela Symnetics, um espaço inteiro voltado à inovação e co-criação. A abordagem será mostrar como as Redes Sociais podem se configurar como reais ambientes de experiência para estender a base de conhecimento das empresas.
Mas fique atento que eu publicarei aqui o slide após o evento. Melhor ainda, inscreva-se gratuitamente para assistir esta e outras palestras. Link: http://migre.me/cIOS
E-Business de Alto Retorno através da Co-Criação
por Rafael Kiso em e-Business, Mídias Emergentes, Planejamento Estratégico, Tecnologia - 07/11/09.
A Construção do Novo Capital Estratégico através da experiência de Co-Criação de Informações
Hoje eu apresentei no Intercon como o ano de 2009 foi o ano das mudanças.
As premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição.
Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
A apresentação visou refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Para quem quiser comprar o livro do Intercon 2009 com os artigos apresentados no evento – http://clubedeautores.com.br/book/7889–InterCon_29
ano de 2009 foi o ano das mudanças, premissas foram questionadas e as estratégias revisadas mensalmente. As empresas foram confrontadas com um ambiente dinâmico e um futuro incerto, onde o planejamento estratégico foi contestado o tempo todo. Nesse cenário a “Experiência” surgiu como um novo elemento no mercado, esquecido pelo tempo e renascido pela comoditização. A experiência agora direciona decisões e valores que vão além da competição. Esse novo cenário descreve novas possibilidades de oportunidades e nos dá novas perspectivas, mudando como os negócios estão interagindo com seus consumidores.
Essa experiência é na verdade um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro. Desenvolver uma empatia conjunta com o mercado para inspirar soluções e novas oportunidades de negócio. Uma parte disso é o livre diálogo com a cadeia de valor, onde a criação e integração de diferentes agentes criam diferenciação e valor único.
Esse novo cenário é desafiador, e tem mostrado reais oportunidades para um futuro co-criado.
Este artigo visa refletir a complexidade do sistema em que dificilmente um negócio pode ser administrado por um único ponto de decisão e criação.
Grátis é o Futuro dos Negócios?
por Rafael Kiso em e-Business, Geral, Planejamento Estratégico - 31/08/09.
Numa jogada de marketing, o grátis emergiu como uma economia de pleno direito. Oferecer música grátis trouxe êxito para o Radiohead, por exemplo, que depois disso faz surgir um enxame de outras bandas no MySpace com o mesmo formato. Outro exemplo é o Google, praticamente tudo o que ele faz é grátis para os consumidores.
O surgimento do “freeconomics” ou “economia do grátis” está sendo protagonizada pelas rupturas que a web trouxe para os negócios. Por causa disso, a tendência determina que o custo de fazer negócios no “presente futuro” chegue à zero. Pelo menos é essa a teoria do novo livro do Chris Anderson chamado FREE: The Future of a Radical Price. Ele que é também autor do best seller The Longtail.
O interessante é que o livro Free também está disponível para consulta e download na internet. O livro, que trata da evolução nos modelos de negócios e geração de receita na era digital, já está disponível gratuitamente no formato Scribd (versão embutida abaixo) e Google Books. O autor também oferece o livro no formato de audiobook, disponível para downoad em formato MP3.
Mas quem não quer gastar muito tempo lendo o livro, pode ler a resenha publicada pelo The Wall Street Journal. E também pode ver o vídeo do Chris discutindo sobre o FREE.
Há também um artigo ótimo da Época Negócios que dá dicas de como vender nesse novo mundo grátis. Os produtos deverm ficar cada vez mais baratos nesse conceito, já os serviços… E você, também acha que o futuro dos negócios é ser grátis?
Redes Sociais Corporativas
por Rafael Kiso em e-Business, Geral, Planejamento Estratégico - 31/07/09.
Como captar conhecimento interno antes de botar a cara na Web?
Se você ainda está confortável com o status quo da sua marca, talvez ainda não tenha recebido o recado do novo mundo criado pela web. Esse novo mundo criado por indivíduos com poder de massa, é um espaço no qual as marcas não podem controlar, podem somente visitar. Isto é, caso elas não se envolvam de forma rica, profunda e significativa com esse novo poder constituído por consumidores.
Algumas características de uma boa marca nunca mudam. Isso inclui design distinto e holístico, que carrega um pacote de mensagens. Produtos inovadores que antecipam as necessidades dos consumidores, experiências com a marca que refletem uma ressonância emocional, e marcas que propagam um estilo de vida. Tudo isso é um passaporte para uma esfera social que vai além da necessidade do consumo em si, onde pertencer se torna mais importante do que ter. Esses são códigos que comunicam e criam um senso de comunidade. O exemplo mais clássico disso é a Apple, ninguém compra Apple para ter e sim para pertencer a uma comunidade cheia de valores que os distingue no estilo de vida.
Embora as marcas mais bem sucedidas sejam aqueles que promovem um senso distinto de comunidade em volta de seus produtos, para os consumidores de hoje, a associação de comunidade e distinção pela marca não é o suficiente. Agora, antes, durante e depois da compra, o consumidor está engajado diretamente uns com os outros através de blogs, avaliações, twitts, comentários, tagging. Eles estão compartilhando opiniões, acreditando na sua própria criatividade, e medindo o controle das mensagens e valores que as marcas propagam.
Para que as marcas sobrevivam a essa mudança na relação com seus consumidores, elas precisam engajar as tribos em seu próprio território, criar um rede social interna para colaboradores é mais prudente no primeiro momento. Assim, a empresa cria uma cultura social e se prepara melhor para ser uma marca aberta e transparente. Feito isso, as marcas precisam colaborar com as comunidades em que possuem afinidade, e depois criar algumas comunidades próprias na Web, ou seja, botar a cara para bater.
Por que ainda há tantas marcas lentas a reagir a isso tudo? Por que há marcas aparentemente fechadas a um diálogo inteligente de duas vias entre eles mesmos e seus consumidores?
Escute um podcast bacana da IDG Now! que eu ouvi esta semana, no qual o Mauro Segura da IBM comenta como captar e compartilhar conhecimento interno através de redes sociais.





