(Crédito: divulgação)

Quando pensamos em Big Data o que vem à sua mente? Uma constelação de dados que podem ser cruzados e trazer insights relevantes, não é? Imaginar isso em nossas cabeças é fácil, mas na prática o que temos à nossa disposição atualmente para transformar esses dados em algo palpável não é tão user friendly assim. As ferramentas atuais de análises são complexas e exigem conhecimento para programar buscas, como a Linguagem R, além de que a interface em geral, é um bando de gráficos com drill downs.

Eu estive na sessão “Signal in the Noise: Interacting with Big Data in VR”, e tive a chance de ver de perto o projeto que a SAP Hybris está lançando, chamado Signal.

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“Signal” é uma experiência de realidade virtual de interação ao vivo, explorando como a VR irá mudar a forma como os gestores podem interagir com grandes quantidades de dados em tempo real. Um ambiente 3D, tão abstrato como pode ser, é mais natural para a mente humana do que uma interface de usuário convencional e facilita a compreensão e o gerenciamento de grandes quantidades de dados.

 

Dentro do ambiente VR, os dados são visualizados e agrupados por algoritmos, padrões comportamentais, alocações e suas dependências dimensionais. O projeto deles eleva a compreensão espacial do usuário e permite compreensão diferente sobre os dados exibidos em geral. É possível sentir literalmente os dados, interagir e manipular informações em tempo real, ao mesmo tempo em que uma Inteligência Artificial, em forma de assistente (tipo Jarvis do Homem de Ferro) te ajuda nas ações e aprende para atuação autônoma para decisões futuras.

Veja funciona na prática:

Tirando o fato de que é legal usar VR para enxergar os dados e tomar ações com um assistente de voz, a aplicação do VR para Big Data nos ajuda muito a lidar com os grandes problemas relacionados aos dados como o volume, variedade, velocidade, veracidade, volatilidade e validade. Ou seja, não é algo linear e nem 2D. É possível cruzar dados em múltiplas dimensões de forma escalável com VR.

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Para quem tem curiosidade sobre quais tecnologias foram usadas para criar o Signal, veja o slide abaixo:

(Crédito: divulgação)

Essa sessão realmente trouxe para a realidade muita coisa que ficava no plano da ficção científica. E, o que é mais importante, com uma aplicabilidade imediata para resolver questões de negócios. É claro que ainda não está perfeito, como por exemplo, permitir múltiplas pessoas participarem do mesmo cenário para analisar o dado e tomar decisão, mas certamente será o próximo passo.

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